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2.
In. Soeiro, Alexandre de Matos; Leal, Tatiana de Carvalho Andreucci Torres; Accorsi, Tarso Augusto Duenhas; Gualandro, Danielle Menosi; Oliveira Junior, Múcio Tavares de; Caramelli, Bruno; Kalil Filho, Roberto. Manual da residência em cardiologia / Manual residence in cardiology. Santana de Parnaíba, Manole, 2 ed; 2022. p.966-973, ilus, tab.
Monography in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1353818
3.
Arq. bras. cardiol ; 116(5): 889-895, nov. 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1248906

ABSTRACT

Resumo Fundamento: O teste do degrau de seis minutos (TD6) é uma forma simples de avaliar a capacidade funcional, embora tenha sido pouco estudado em pacientes com doença arterial coronariana (DAC) ou insuficiência cardíaca (IC). Objetivo: Analisar a associação entre o TD6 e o consumo de oxigênio de pico (VO2pico) e desenvolver uma equação que estime o VO2pico com base no TD6, bem como determinar um ponto de corte para o TD6 que preveja um VO2pico ≥ 20 mL.kg-1.min-1 Métodos: Nos 171 pacientes submetidos ao TD6 e a um teste de exercício cardiopulmonar, análises da curva ROC, de regressão e de correlação foram usadas, e um p < 0,05 foi admitido como significativo. Resultados: A idade média foi 60±14 anos, e 74% eram do sexo masculino. A média da fração de ejeção ventricular esquerda foi 57±16%; 74% apresentavam DAC, e 28%, IC. A média do VO2pico foi 19±6 mL.kg-1.min-1, e o desempenho médio do TD6 foi 87±45 passos. A associação entre o TD6 e o VO2pico foi r 0,69 (p < 0,001). Os modelos VO2pico = 19,6 + (0,075 x TD6) - (0,10 x idade) para homens e VO2pico = 19,6 + (0,075 x TD6) - (0,10 x idade) - 2 para mulheres poderiam prever o VO2pico com base nos resultados do TD6 (R ajustado 0,72; R2 ajustado 0,53). O ponto de corte mais acurado para que o TD6 preveja um VO2pico ≥ 20 mL.kg-1.min-1 foi de > 105 passos [área sob a curva 0,85; intervalo de confiança de 95% 0,79 - 0,90; p < 0,001]. Conclusão: Uma equação que preveja o VO2pico com base nos resultados do TD6 foi derivada, e foi encontrada uma associação significativa entre o TD6 e o VO2pico. O ponto de corte do TD6, que prevê um VO2pico ≥ 20 mL.kg-1.min-1, foi > 105 passos. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(5):889-895)


Abstract Background: Six-minute step test (6MST) is a simple way to evaluate functional capacity, although it has not been well studied in patients with coronary artery disease (CAD) or heart failure (HF). Objective: Analyze the association between the 6MST and peak oxygen uptake (VO2peak) and develop an equation for estimating VO2peak based on the 6MST, as well as to determine a cutoff point for the 6MST that predicts a VO2peak ≥20 mL.Kg-1.min-1 Methods: In 171 patients who underwent the 6MST and a cardiopulmonary exercise test, correlation, regression, and ROC analysis were used and a p < 0.05 was admitted as significant. Results: mean age was 60±14 years and 74% were male. Mean left ventricle ejection fraction was 57±16%, 74% had CAD and 28% had HF. Mean VO2peak was 19±6 mL.Kg-1.min-1 and mean 6MST performance was 87±45 steps. Association between 6MST and VO2peak was r 0.69 (p <0.001). The model VO2peak =19.6 + (0.075 x 6MST) - (0.10 x age) for men and VO2peak =19.6 + (0.075 x 6MST) - (0.10 x age) - 2 for women could predict VO2peak based on 6MST results (adjusted R 0.72; adjusted R2 0.53). The most accurate cutoff point for 6MST to predict a VO2peak ≥20 mL.Kg-1.min-1 was >105 steps (AUC 0.85; 95% CI 0.79 -0.90; p <0.001). Conclusion: An equation for predicting VO2peak based on 6MST results was derived, and a significant association was found between 6MST and VO2peak. The cutoff point for 6MST, which predicts a VO2peak ≥20 mL.Kg-1.min-1, was >105 steps. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(5):889-895)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child, Preschool , Aged , Coronary Artery Disease , Heart Failure , Oxygen Consumption , Ventricular Function, Left , Exercise Test , Middle Aged
4.
Revista brasileira de ciência e movimento ; 29(1): [1-12], nov. 2021. tab, ilus
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1348081

ABSTRACT

O presente estudo analisou a relação entre cronotipo, níveis de ansiedade, depressão e estresse, bem como níveis de condicionamento cardiorrespiratório em jovens. Métodos: Foi analisado um total de 36 participantes com idades entre 18 e 28 a nos, saudáveis e que atendessem ao cronotipo matutino e vespertino. Análises de nível de atividade física, consumo máximo de oxigênio, níveis de depressão, ansiedade e estresse foram realizadas com testes específicos. Em todos os cálculos foram utilizados um alfa de p<0.05 para análise estatística. Resultados: O nível de atividade física mostrou que a porcentagem dos matutinos suficientemente ativos foi de 58% comparado com 23.5% dos vespertinos. Mulheres com cronotipo vespertino apresentaram níveis menores de VO2máx quando comparados com as mulheres com cronotipo matutino (p=0.04). Os participantes vespertinos apresentaram níveis maiores de ansiedade (p=0.02) comparados com os matutinos e esses dados foram evidentes nos participantes do sexo feminino onde as mulheres do cronotipo vespertino apresentaram níveis maiores de ansiedade (p=0.03) comparados com mulheres de cronotipo matutino. Conclusão: Portanto, o estudo conclui que indivíduos do cronotipo vespertino apresentaram menores níveis de atividade física e maiores níveis de ansiedade evidenciados principalmente nas mulheres.(AU)


The present study analyzed a relationship between schedule, anxiety, depression and stress levels, as well as cardiorespiratory fitness levels in young people. Methods: A total of 36 healthy participants aged 18 to 28 years who met the criteria for chronotypes morning type and evening type were analyzed. Analyzes of physical activity level, maximal oxygen uptake, depression, anxiety and stress levels were performed. In all calculations, an alpha of p <0.05 was used for statistical analysis. Results: The level of physical activity was higher in morning types 58% compared to 23.5% of evening types. Women with evening chronotype had lower VO2max levels compared with women with a morning chronotype (p= 0.04). Evening types had higher anxiety levels (p= 0.02) compared to morning types and these data were evidenced in female participants with higher anxiety levels (p=0.03) compared to women with a morning chronotype. Conclusion: Therefore, the study concludes that young people with a evening chronotype exhibited lower levels of physical activity and higher anxiety levels, especially in women.(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Anxiety , Exercise , Sleep Disorders, Circadian Rhythm , Depression , Cardiorespiratory Fitness , Anxiety Disorders , Oxygen Consumption , Biological Clocks , Heart Rate
5.
Revista brasileira de ciência e movimento ; 29(1): [1-12], nov. 2021. tab, ilus
Article in English | LILACS | ID: biblio-1348062

ABSTRACT

Este estudo objetivou comparar a influência do uso de polainas de compressão nas respostas fisiológicas, perceptuais e afetivas durante a corrida em corredores recreacionais. Dez corredores recreacionais (31,5 ± 9,7 anos) participaram deste estudo. Todos os sujeitos completaram três visitas ao laboratório: (a) familiarização e teste incremental até a exaustão (b) duas sessões de exercícios realizadas em dias diferentes. Cada sessão envolveu o mesmo protocolo de exercícios (20 minutos continuamente a uma intensidade de 80% da velocidade máxima da esteira a lcançada no teste incremental até a exaustão), com ou sem o uso de meias de compressão. A Felt Arousal Scale (FAS), Feeling Scale (FS), percepção subjetiva de esforço (PSE), o consumo de oxigênio (VO2) e a frequência cardíaca (FC) foram registradas durante cada sessão experimental. Os resultados não mostraram diferenças entre as condições fisiológicas (% VO2máx: 88,1 ± 8,3 vs 87,1 ± 11,32; % HR: 91,8 ± 2,8 vs 90,8 ± 3,2), e as respostas perceptuais (PSE: 6,4 ± 1,2 vs 6,2 ± 1,4) e afetivas (FS: 0,35 ± 2,4 vs 0,37 ± 2,3; FAS: 4,3 ± 0,7 vs 4,3 ± 1,1) durante cada sessão de exercício. Os resultados do presente estudo indicam que o uso de polainas de compressão não promove benefícios fisiológicos, perceptuais e afetivas durante a corrida em corredores recreacionais.(AU)


This study aimed to compare the influence of wearing compression stockings on physiological, perceptual, and affective respon ses during running in recreational runners. Ten recreational runners (31.5 ± 9.7 years) participated in this study. All subjects completed three visits to the lab: (a) familiarization and incremental test until exhaustion (b) two exercise sessions conducted on different days. Each session involved the same exercise protocol (20 min continuously at an intensity of 80% of the maximum treadmill speed achieved in the incremental test until exhaustion), with or without the use of compression stockings. The Felt Arousal Scale (FAS), Feeling Scale (FS), Rating of Perceived Exertion (RPE), oxygen consumption (VO2), and heart rate (HR) were recorded during each experimental session. Results showed no differ ences between the conditions of physiological (% VO2máx: 88.1 ± 8.3 vs 87.1 ± 11.32; % HR: 91.8 ± 2.8 vs 90.8 ± 3.2), perceptual (RPE: 6.4 ± 1.2 vs 6.2 ± 1.4) and affective (FS: 0.35 ± 2.4 vs 0.37 ± 2.3; FAS: 4.3 ± 0.7 vs 4.3 ± 1.1) responses during each exercise sessio n. The results of the present study suggest that wearing of compression stockings does not promote physiological, perceptual, and affective benefits during running of recreational runners.(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Running , Affect , Exercise Test , Physical Exertion , Stockings, Compression , Oxygen Consumption , Exercise , Emotions , Heart Rate
6.
Rev. bras. med. esporte ; 27(2): 212-217, Apr.-June 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1280066

ABSTRACT

ABSTRACT Introduction: Near infrared spectroscopy (NIRS) is a non-invasive technique that is used in the assessment of tissue oxygenation and the monitoring of physical activity. Objective: To determine the influence of sexual, anthropometric and ergospirometric factors on muscle oxygenation of the quadriceps and gastrocnemius, obtained by NIRS during a stress test. Methods: Twenty healthy subjects participated in this study (10 women). Two Humon Hex® devices were placed on the dominant side of the quadriceps and gastrocnemius muscles to measure muscle oxygen saturation (SmO2). The stress test was performed on a treadmill with electrocardiographic control and measurement of oxygen consumption. SmO2 was obtained at rest and after maximum effort during the stress test. In addition, the height, weight, skinfold and waist contour were measured. Bioimpedance was used to obtain the percentages of fat mass and muscle mass, which were used to calculate the relative fat mass (RFM). Results: The SmO2 of both muscles at rest is higher in males than in females. At maximum effort, the SmO2 of the quadriceps is similar in both groups. The SmO2 of both muscles is positively related to height, body mass, percentage of mass muscle and waist contour, and negatively with percentage of mass fat, RFM and skinfold thickness. The negative correlation between fat percentage and oxygen saturation is more evident in females. It was observed that the variables that quantify maximum effort are not related to the SmO2 values, except for the correlation between HR max and SmO2 of the gastrocnemius muscle in males. Conclusion: The SmO2 of recreational athletes is influenced by the location of the device and the fat mass of the subjects. The biggest differences between the sexes are in the gastrocnemius muscle. Level of Evidence II; Diagnostic Studies - Investigating a Diagnostic Test .


RESUMEN Introducción: La espectroscopia de infrarrojo cercano (NIRS) es una técnica no invasiva usada en la evaluación de la oxigenación tisular y en la monitorización de la actividad física. Objetivos: Determinar la influencia de factores sexuales, antropométricos y ergoespirométricos sobre la oxigenación muscular de cuádriceps y del gastrocnemio, obtenidos por NIRS durante un test de esfuerzo. Métodos: Participaron en este estudio 20 individuos saludables (10 mujeres). Se colocaron dos dispositivos Humon Hex® en el lado dominante de los músculos cuádriceps y gastrocnemio para medir la saturación de oxígeno muscular (SmO2). El test de esfuerzo fue realizado en una cinta ergométrica con control electrocardiográfico y medición del consumo de oxígeno. La SmO2 fue obtenida en reposo y después de esfuerzo máximo durante el test. Además, fueron medidos altura, peso, pliegues cutáneos y contorno de la cintura. Fue usada bioimpedancia para obtener los porcentuales de masa grasa y masa muscular, que fueron usados para calcular la masa grasa relativa (MGR). Resultados: La SmO2 de ambos músculos en reposo es mayor en hombres que en mujeres. En el esfuerzo máximo la SmO2 del cuádriceps es semejante en los dos grupos. La SmO2 de ambos músculos es positivamente relacionada con altura, masa corporal, porcentual de masa muscular y contorno de la cintura y negativamente relacionada con el porcentaje de masa grasa, MGR y espesor de los pliegues cutáneos. La correlación negativa entre el porcentual de grasa y la saturación de oxígeno es más evidente en las mujeres. Se observó que variables que cuantifican el esfuerzo máximo no está relacionadas con los valores SmO2, excepto por la correlación entre FCmáx y SmO2 del músculo gastrocnemio en sexo masculino. Conclusión: La SmO2 de los atletas recreativos es influenciada por la localización del dispositivo y por la masa grasa de los individuos. Las mayores diferencias entre los sexos están en el músculo gastrocnemio. Nivel de Evidencia II; Estudios diagnósticos - Investigación de un examen para diagnóstico .


RESUMO Introdução: A espectroscopia de infravermelho próximo (NIRS) é uma técnica não invasiva usada na avaliação da oxigenação tecidual e no monitoramento da atividade física. Objetivos: Determinar a influência de fatores sexuais, antropométricos e ergoespirométricos sobre a oxigenação muscular do quadríceps e do gastrocnêmio obtidos por NIRS durante um teste de esforço. Métodos: Participaram deste estudo 20 indivíduos saudáveis (10 mulheres). Dois dispositivos Humon Hex® foram colocados no lado dominante dos músculos quadríceps e gastrocnêmio para medir a saturação de oxigênio muscular (SmO2). O teste de esforço foi realizado em uma esteira com controle eletrocardiográfico e mensuração do consumo de oxigênio. A SmO2foi obtida em repouso e depois de esforço máximo durante o teste. Além disso, foram medidos estatura, peso, dobras cutâneas e contorno da cintura. A bioimpedância foi usada para obter os percentuais de massa gorda e massa muscular, que foram usados para calcular a massa gorda relativa (MGR). Resultados: A SmO2de ambos os músculos em repouso é maior em homens do que em mulheres. No esforço máximo, a SmO2do quadríceps é semelhante nos dois os grupos. A SmO2de ambos os músculos é positivamente relacionada com estatura, massa corporal, percentual de massa muscular e contorno da cintura e negativamente relacionada com a porcentagem de massa gorda, MGR e espessura das dobras cutâneas. A correlação negativa entre o percentual de gordura e a saturação de oxigênio é mais evidente nas mulheres. Observou-se que variáveis que quantificam o esforço máximo não estão relacionadas com os valores SmO2, exceto pela correlação entre FCmáx e SmO2do músculo gastrocnêmio no sexo masculino. Conclusão: A SmO2dos atletas recreativos é influenciada pela localização do dispositivo e pela massa gorda dos indivíduos. As maiores diferenças entre os sexos estão no músculo gastrocnêmio. Nível de Evidência II; Estudos diagnósticos - Investigação de um exame para diagnóstico .


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Young Adult , Oxygen Consumption , Exercise Tolerance/physiology , Quadriceps Muscle/metabolism , Body Composition , Sex Factors , Anthropometry , Spectroscopy, Near-Infrared , Exercise Test
7.
Rev. bras. med. esporte ; 27(2): 170-173, Apr.-June 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1280063

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: Visfatin may regulate a variety of physiological functions and it has great potential to significantly enhance our knowledge of the treatment of metabolic syndrome. Metabolic syndrome (MS) refers to metabolic abnormalities, such as abdominal obesity, dyslipidemia, high low-density cholesterol, high blood pressure and diabetes, and physical activity is an important factor for the management of MS. Therefore, the purpose of this study is to investigate the effects of visfatin on MS and MS risk factors through differences in aerobic exercise intensity and exercise type based on the premise of the same amount of exercise (energy expenditure of 400 kcal per day). Method: Thirty two obese, middle-aged women were randomly assigned to exercise intensity groups VO2max 50% (MAE, n=8) and VO2max 80% (VAE, n=8) and to type of exercise groups VO2max 50% + TRX (MARE, n=8) and VO2max 80% + TRX (VARE, n=8). The exercise program was performed 5 times a week. The data was analyzed using two-way repeated measures ANOVA and post-hoc tests within groups with LSD. Results: Body weight (p<.01 and p<.001) and % body fat (p<.05 and p<.01) significantly decreased in all groups and visfatin only increased significantly after exercise in the VARE group (p<.05). TG, glucose, and waist circumstance (p<.05, p<.01, and p<.001) significantly decreased in all groups and HDL-C (p<.05) only increased significantly after exercise only in the MARE group. Conclusion: These results suggest that, in spite of differences in exercise intensity and exercise type, exercise is effective in improving obesity and MS risk factors, but further research is needed on the exact mechanisms of visfatin. Level of evidence I; Therapeutic Studies Investigating the Results of Treatment .


RESUMEN Objetivo: La visfatina puede regular diversas funciones fisiológicas y tiene gran potencial para mejorar significativamente nuestro conocimiento sobre el tratamiento del síndrome metabólico. El síndrome metabólico (SM) se refiere a anormalidades metabólicas, como obesidad abdominal, dislipidemia, colesterol de baja densidad elevado, hipertensión y diabetes, siendo la actividad física un factor importante para el manejo del SM. Siendo así, el objetivo de este estudio es investigar los efectos de la visfatina sobre los factores de riesgo de SM por medio de diferencias de la intensidad de ejercicios aeróbicos y del tipo de ejercicio, con base en la premisa de misma cantidad de ejercicio (gasto energético de 400 kcal por día). Método: Treinta y dos mujeres obesas de media edad fueron aleatoriamente designadas para grupos de intensidad de ejercicio con VO2máx de 50% (EAM, n = 8) y VO2máx de 80% (EAV, n = 8) y grupos con VO2máx de 50% + ERC (EARM, n = 8) y VO2máx de 80% + ERC (EARV, n = 8). El programa de ejercicios fue realizado cinco veces por semana. Los datos fueron analizados con ANOVA de dos vías con medidas repetidas y tests post-hoc en los grupos con DMS. Resultados: El peso corporal (p < 0,01 y p < 0,001) y porcentual de grasa corporal (p < 0,05 y p < 0,01) disminuyeron significativamente en todos los grupos y la visfatina sólo aumentó significativamente después del ejercicio en el grupo EARV (p < 0,05). Los triglicéridos, la glucosa y la circunferencia de la cintura (p < 0,05, p < 0,01 e p < 0,001) disminuyeron significativamente en todos los grupos y el HDL-C (p < 0,05) sólo aumentó significativamente después del ejercicio sólo en el grupo EARM. Conclusión: Esos resultados sugieren que, a pesar de las diferencias de intensidad y tipo de los ejercicios, los mismos son eficaces para mejorar la obesidad y los factores de riesgo del SM, por ende, son necesarias más investigaciones sobre los mecanismos exactos de la visfatina. Nivel de Evidencia I; Estudios terapéuticos - Investigación de los resultados del tratamiento .


RESUMO Objetivo: A visfatina pode regular diversas funções fisiológicas e tem grande potencial para aprimorar significativamente nosso conhecimento sobre o tratamento da síndrome metabólica. A síndrome metabólica (SM) refere-se a anormalidades metabólicas, como obesidade abdominal, dislipidemia, colesterol de baixa densidade elevado, hipertensão e diabetes, sendo a atividade física um fator importante para o manejo da SM. Assim sendo, o objetivo deste estudo é investigar os efeitos da visfatina sobre os fatores de risco de SM por meio de diferenças da intensidade de exercícios aeróbicos e do tipo de exercício, com base na premissa de mesma quantidade de exercício (gasto energético de 400 kcal por dia). Método: Trinta e duas mulheres obesas de meia-idade foram randomicamente designadas para grupos de intensidade de exercício com VO2máxde 50% (EAM, n = 8) e VO2máxde 80% (EAV, n = 8) e grupos com VO2máxde 50% + ERC (EARM, n = 8) e VO2máxde 80% + ERC (EARV, n = 8). O programa de exercícios foi realizado 5 vezes por semana. Os dados foram analisados com ANOVA de duas vias com medidas repetidas e testes post-hoc nos grupos com DMS. Resultados: O peso corporal (p < 0,01 e p < 0,001) e percentual de gordura corporal (p < 0,05 e p < 0,01) diminuíram significativamente em todos os grupos e a visfatina só aumentou significativamente depois do exercício no grupo EARV (p < 0,05). Triglicérides, glicose e circunferência da cintura (p < 0,05, p < 0,01 e p < 0,001) diminuíram significativamente em todos os grupos e o HDL-C (p < 0,05) só aumentou significativamente depois o exercício apenas no grupo EARM. Conclusão: Esses resultados sugerem que, apesar das diferenças de intensidade e tipo dos exercícios, eles são eficazes para melhorar a obesidade e os fatores de risco da SM, porém, são necessárias mais pesquisas sobre os mecanismos exatos da visfatina. Nível de Evidência I; Estudos terapêuticos - Investigação dos resultados do tratamento .


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Middle Aged , Exercise , Metabolic Syndrome/enzymology , Nicotinamide Phosphoribosyltransferase/metabolism , Obesity/enzymology , Oxygen Consumption , Anthropometry , Risk Factors , Metabolic Syndrome/blood , Obesity/blood
8.
Goiânia; SES-GO; 12 mar. 2021. 1-5 p. fig.
Non-conventional in Portuguese | ColecionaSUS, LILACS, ColecionaSUS, CONASS, SES-GO | ID: biblio-1247400

ABSTRACT

A pandemia do novo coronavírus trouxe grande sobrecarga aos sistemas de saúde de todo o mundo, especialmente aos países de baixa e média renda (BONG CL et al, 2020). O atraso da vacinação tem agravado a situação nestes países, aumentando o índice de novos casos e a mortalidade pela doença (WHO, 2021). Um dos problemas enfrentados tem sido a escassez da oferta de oxigênio (O2) hospitalar. Agências internacionais como Wellcome Trust, Unitaid e MS criaram uma força tarefa em busca de uma resposta emergencial para a situação, estimando a necessidade de um aporte financeiro de cerca de 90 milhões de dólares, a fim de se evitar mortes preveníveis pela falta de oxigênio para o manejo clínico dos pacientes hospitalizados por COVID-19 (USHER AD, 2021).


The pandemic of the new coronavirus has brought great burden to health systems around the world, especially to low- and middle-income countries (BONG CL et al, 2020). The delay of vaccination has aggravated the situation in these countries, increasing the rate of new cases and mortality from the disease (WHO, 2021). One of the problems faced has been the scarcity of hospital oxygen (O2) supply. International agencies such as Wellcome Trust, Unitaid and MS have set up a task force in search of an emergency response to the situation, estimating the need for a financial contribution of about US$90 million in order to avoid preventable deaths from the lack of oxygen for the clinical management of patients hospitalized by COVID-19 (USHER AD, 2021).


Subject(s)
Humans , Male , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Infant , Child, Preschool , Child , Adolescent , Adult , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Oxygen/physiology , Oxygen/supply & distribution , Oxygen Consumption/drug effects
10.
J. bras. pneumol ; 47(2): e20200134, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1154699

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To investigate the validity of field walking tests to identify exercise-induced hypoxemia and to compare cardiorespiratory responses and perceived effort between laboratory-based and field-based exercise tests in subjects with bronchiectasis. Methods: This was a cross-sectional study involving 72 non-oxygen-dependent participants (28 men; mean age = 48.3 ± 14.5 years; and mean FEV1 = 54.1 ± 23.4% of the predicted value). The participants underwent cardiopulmonary exercise testing (CPET) on a treadmill and constant work-rate exercise testing (CWRET) on the same day (1 h apart). In another visit, they underwent incremental shuttle walk testing (ISWT) and endurance shuttle walk testing (ESWT; 1 h apart). Desaturation was defined as a reduction in SpO2 ≥ 4% from rest to peak exercise. Results: CPET results were compared with ISWT results, as were CWRET results with ESWT results. There was no difference in the magnitude of desaturation between CPET and ISWT (−7.7 ± 6.3% vs. −6.6 ± 5.6%; p = 0.10) and between CWRET and ESWT (−6.8 ± 5.8% vs. −7.2 ± 6.3%; p = 0.50). The incremental tests showed an agreement in the magnitude of desaturation in the desaturation and no desaturation groups (42 and 14 participants, respectively; p < 0.01), as did the endurance tests (39 and 16 participants; p < 0.01). The magnitude of desaturation was similar among the participants who did or did not reach at least 85% of the maximum predicted HR. Conclusions: Field exercise tests showed good precision to detect desaturation. Field tests might be an alternative to laboratory tests when the clinical question is to investigate exercise-induced desaturation in subjects with bronchiectasis.


RESUMO Objetivo: Investigar a validade dos testes de caminhada de campo para identificar dessaturação durante o exercício, comparando os testes de exercício laboratoriais e clínicos de campo quanto às respostas cardiorrespiratórias e percepção de esforço em indivíduos com bronquiectasia não fibrocística. Métodos: Estudo transversal com 72 participantes não dependentes de oxigênio (28 homens; média de idade: 48,3 ± 14,5 anos; média do VEF1: 54,1 ± 23,4% do previsto). Os participantes foram submetidos ao teste de exercício cardiopulmonar (TECP) incremental em esteira e ao constant work-rate exercise testing (CWRET, teste de exercício com carga constante) em esteira, com intervalo de 1 h. Em outra visita, foram submetidos ao incremental shuttle walk test (ISWT, teste de caminhada incremental) e ao endurance shuttle walk test (ESWT, teste de caminhada de resistência), com intervalo de 1 h. A definição de dessaturação foi uma redução da SpO2 ≥ 4% do repouso ao pico do exercício. Resultados: O TECP e o ISWT resultaram em dessaturação de magnitude comparável (−7,7 ± 6,3% vs. −6,6 ± 5,6%; p = 0,10), assim como o fizeram o CWRET e o ESWT (−6,8 ± 5,8% vs. −7,2 ± 6,3%; p = 0,50). Houve concordância entre o TECP e o ISWT quanto ao número de participantes que apresentaram e não apresentaram dessaturação, respectivamente (42 e 14; p < 0,01), bem como entre o CWRET e o ESWT (39 e 16; p < 0,01). A magnitude da dessaturação foi semelhante nos participantes que atingiram ≥ 85% da FC máxima prevista ou não. Conclusões: Os testes de exercício de campo apresentaram boa precisão para detectar dessaturação. Os testes de campo podem ser uma alternativa aos testes de laboratório quando o objetivo é investigar a dessaturação durante o exercício em indivíduos com bronquiectasia.


Subject(s)
Humans , Male , Adult , Middle Aged , Bronchiectasis , Exercise Test , Oxygen Consumption , Forced Expiratory Volume , Cross-Sectional Studies , Walking , Exercise Tolerance , Laboratories
11.
Braz. j. med. biol. res ; 54(10): e10514, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1285648

ABSTRACT

Exercise intolerance is the hallmark consequence of advanced chronic heart failure (HF). The six-minute step test (6MST) has been considered an option for the six-minute walk test because it is safe, inexpensive, and can be applied in small places. However, its reliability and concurrent validity has still not been investigated in participants with HF with reduced ejection fraction (HFrEF). Clinically stable HFrEF participants were included. Reliability and error measurement were calculated by comparing the first with the second 6MST result. Forty-eight hours after participants underwent the 6MST, they were invited to perform a cardiopulmonary exercise test (CPET) on a cycle ergometer. Concurrent validity was assessed by correlation between number of steps and peak oxygen uptake (V̇O2 peak) at CPET. Twenty-seven participants with HFrEF (60±8 years old and left ventricle ejection fraction of 41±6%) undertook a mean of 94±30 steps in the 6MST. Intra-rater reliability was excellent for 6MST (ICC=0.9), with mean error of 4.85 steps and superior and inferior limits of agreement of 30.6 and -20.9 steps, respectively. In addition, strong correlations between number of steps and CPET workload (r=0.76, P<0.01) and peak V̇O2 (r=0.71, P<0.01) were observed. From simple linear regression the following predictive equations were obtained with 6MST results: V̇O2 peak (mL/min) = 350.22 + (7.333 × number of steps), with R2=0.51, and peak workload (W) = 4.044 + (0.772 × number of steps), with R2=0.58. The 6MST was a reliable and valid tool to assess functional capacity in HFrEF participants and may moderately predict peak workload and oxygen uptake of a CPET.


Subject(s)
Humans , Middle Aged , Aged , Exercise Test , Heart Failure/diagnosis , Oxygen Consumption , Stroke Volume , Reproducibility of Results , Exercise Tolerance , Walk Test
12.
Braz. j. med. biol. res ; 54(5): e10693, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1153555

ABSTRACT

The present study compared the effects of a footwear designed to enhance energy return (thermoplastic polyurethane, TPU) vs minimalist shoes on running economy (RE) and endurance performance. In this counterbalanced and crossover design study, 11 recreational male runners performed two submaximal constant-speed running tests and two 3-km time-trials with the two shoe models. Oxygen uptake was measured during submaximal constant-speed running tests in order to determine the RE at 12 km/h and oxygen cost of running (CTO2) at individual average speed sustained during the 3-km running time-trials wearing either of the two shoes. Our results revealed that RE was improved (2.4%) with TPU shoes compared with minimalist shoes (P=0.01). However, there was no significant difference for CTO2 (P=0.61) and running performance (P=0.52) comparing the TPU (710±60 s) and the minimalist (718±63 s) shoe models. These novel findings demonstrate that shoes with enhanced mechanical energy return (i.e. TPU) produced a lower energy cost of running at low (i.e., 12 km/h) but not at high speeds (i.e., average speed sustained during the 3-km running time-trial, ∼15 km/h), ultimately resulting in similar running performance compared to the minimalist shoe.


Subject(s)
Male , Running , Oxygen Consumption , Shoes , Biomechanical Phenomena , Cross-Over Studies
13.
Cienc. act. fís. (Talca, En línea) ; 22(2): 1-13, 2021. graf, tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1361613

ABSTRACT

RESUMEN. Objetivo: El objetivo de este estudio fue describir y comparar la composición corporal, somatotipo, rendimiento en el salto vertical y consumo máximo de oxígeno en futbolistas profesionales y universitarios de Chillán. Metodología:El presente estudio es de tipo transversal, descriptivo y comparativo, con una muestra no probabilística y por conveniencia. Se evaluarona 52 futbolistas varones; 18 corresponden a jugadores profesionales y 34 universitarios. El perfil antropométrico (índice de masa corporal, composición corporal y somatotipo) se obtuvo a través delos protocolos de la Sociedad Internacional para el Avance de la Kinantropometría (ISAK), el consumo máximo de oxígeno (VO2máx) por medio del Yo-Yo test IR1 y capacidad de salto a través del protocolo de Bosco, utilizando una plataforma de contacto Axon Jump.El análisis estadístico se realizó con el programa SPSS v.21;para comparar a ambos grupos se utilizó el estadístico T-Student para muestras independientes (p<0,05). Resultados: Los resultados muestran que los futbolistas profesionales reportanun mayor porcentaje de masa muscular (p<0,001) y un menor porcentaje de masa grasa (p<0,001) en comparación a los universitarios. Los análisis de somatotipo indican que los jugadores profesionales se clasifican como meso-ectomórfico en comparación a los jugadores universitarios, quienes se clasificaron como meso-endomórfico. Finalmente, en cuanto a los resultados en las pruebas físicas los profesionales obtuvieron diferencias significativas en la capacidad de salto (p<0,001) y en el VO2máx (p<0,001).Conclusión: Los futbolistas profesionales tienen características corporales, somatotípicas y físicas que les permiten sobresalir con respecto a los futbolistas universitarios. Estos datos servirán a los entrenadores universitarios para disponer de los parámetros respecto de características y condiciones a trabajar para acercarse al alto rendimiento.


ABSTRACT. Objective: The objective of this study was to describe and compare the body composition, somatotype, vertical jump performance and maximum oxygen consumption in professional and university soccer players from Chillán. Methodology: The present study is cross-sectional, descriptive and comparative, with a non-probabilistic sample and for convenience. 52 male soccer players were evaluated; 18 correspond to professional players and 34 university players. The anthropometric profile (body mass index, body composition and somatotype) was obtained through the International Society for the Advancement of Kinantropometry (ISAK) protocols, the maximum oxygen consumption (VO2 max) by means of the Yo-Yo test IR1 and ability to jump through the Bosco protocol using an Axon Jump contact platform. Statistical analysis was performed with the statistical program SPSS v.21, to compare both groups the T-Student statistic was used for independent samples (p <0.05).Results: The results show that professional soccer players report a higher percentage of muscle mass (p <0.001) and a lower percentage of fatmass (p <0.001) compared to university players. Somatotype analyzes indicate that professional gamers are classified as meso-ectomorphic compared to college players, who are classified as meso-endomorphic. Finally, regarding the results in the physical tests, the professionals obtained significant differences in jumping ability (p <0.001) and in VO2 max (p <0.001).Conclusion: Professional soccer players have bodily, somatotypic and physical characteristics that allow them to stand out comparated to university soccer players. These data will serve university coaches to have the parameters regarding characteristics and conditions to work to approach high performance.


Subject(s)
Humans , Male , Young Adult , Oxygen Consumption , Soccer , Somatotypes , Students , Body Composition , Athletic Performance , Physical Fitness , Cross-Sectional Studies , Exercise Test
14.
Rev. bras. anestesiol ; 70(5): 484-490, Sept.-Oct. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1143953

ABSTRACT

Abstract Background: Cardiac surgery can produce persistent deficit in the ratio of Oxygen Delivery (DO2) to Oxygen Consumption (VO2). Central venous oxygen Saturation (ScvO2) is an accessible and indirect measure of DO2/VO2 ratio. Objective: To monitor perioperative ScvO2 and assess its correlation with mortality during cardiac surgery. Methods: This prospective observational study evaluated 273 patients undergoing cardiac surgery. Blood gas samples were collected to measure ScvO2 at three time points: T0 (after anesthetic induction), T1 (end of surgery), and T2 (24 hours after surgery). The patients were divided into two groups (survivors and nonsurvivors). The following outcomes were analyzed: intrahospital mortality, length of Intensive Care Unit (ICU) and hospital stay (LOS), and variation in ScvO2. Results: Of the 273 patients, 251 (92%) survived and 22 (8%) did not. There was a significant perioperative reduction of ScvO2 in both survivors (T0 = 78% ± 8.1%, T1 = 75.4% ± 7.5%, and T2 = 68.5% ± 9%; p< 0.001) and nonsurvivors (T0 = 74.4% ± 8.7%, T1 = 75.4% ± 7.7%, and T2 = 66.7% ± 13.1%; p < 0.001). At T0, the percentage of patients with ScvO2< 70% was greater in the nonsurvivor group (31.8% vs. 13.1%; p= 0.046) and the multiple logistic regression showed that ScvO2 is an independent risk factor associated with death, OR = 2.94 (95% CI 1.10−7.89) (p= 0.032). The length of ICU and LOS were 3.6 ± 3.1 and 7.4 ± 6.0 days respectively and was not significantly associated with ScvO2. Conclusions: Early intraoperative ScvO2 < 70% indicated a higher risk of death. A perioperative reduction of ScvO2 was observed in patients undergoing cardiac surgery, with high intraoperative and lower postoperative levels.


Resumo Justificativa: A cirurgia cardíaca pode produzir déficit persistente na razão entre oferta de oxigênio (DO2) e consumo de oxigênio (VO2). A Saturação venosa central de Oxigênio (SvcO2) é uma medida acessível e indireta da razão DO2/VO2. Objetivo: Monitorar a SvcO2 perioperatória e avaliar sua correlação com a mortalidade em cirurgia cardíaca. Método: Este estudo observacional prospectivo avaliou 273 pacientes submetidos a cirurgia cardíaca. Coletamos amostras de sangue para medir a SvcO2 em três momentos: T0 (após indução anestésica), T1 (final da cirurgia) e T2 (24 horas após a cirurgia). Os pacientes foram divididos em dois grupos (sobreviventes e não sobreviventes). Os seguintes desfechos foram analisados: mortalidade intra-hospitalar, tempo de permanência na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e de internação hospitalar, e variação na SvcO2. Resultados: Dos 273 pacientes, 251 (92%) sobreviveram e 22 (8%) não. Houve queda significante da SvcO2 perioperatória nos sobreviventes (T0 = 78% ± 8,1%, T1 = 75,4% ± 7,5% e T2 = 68,5% ± 9%; p< 0,001) e nos não sobreviventes (T0 = 74,4% ± 8,7%, T1 = 75,4% ± 7,7% e T2 = 66,7% ± 13,1%; p< 0,001). No T0, a porcentagem de pacientes com SvcO2< 70% foi maior no grupo não sobrevivente (31,8% vs. 13,1%; p = 0,046) e a regressão logística múltipla mostrou que a SvcO2 é um fator de risco independente associado ao óbito, OR = 2,94 (95% IC 1,10 − 7,89) (p = 0,032). O tempo de permanência na UTI e de hospitalização foi de 3,6 ± 3,1 e 7,4 ± 6,0 dias, respectivamente, e não foi significantemente associado à SvcO2. Conclusões: Valores precoces de SvcO2 intraoperatória < 70% indicaram maior risco de óbito em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. Observamos redução perioperatória da SvcO2, com altos níveis no intraoperatório e mais baixos no pós-operatório.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Aged , Oxygen/blood , Oxygen Consumption/physiology , Hospital Mortality , Cardiac Surgical Procedures/mortality , Time Factors , Blood Gas Analysis , Prospective Studies , Intensive Care Units/statistics & numerical data , Length of Stay/statistics & numerical data , Middle Aged
16.
Arq. bras. cardiol ; 115(4): 639-645, out. 2020. tab, graf
Article in Portuguese | SES-SP, LILACS, SES-SP | ID: biblio-1131358

ABSTRACT

Resumo Fundamento: Índice de massa corporal (IMC) elevado tem sido associado a desfechos melhores em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida. Este achado tem levado ao conceito do paradoxo da obesidade. Objetivo: Investigar o impacto de tolerância ao exercício e capacidade cardiorrespiratória no paradoxo da obesidade. Método: Pacientes ambulatoriais com insuficiência cardíaca sintomática e fração de ejeção ventricular esquerda (FEVE) ≤ 40%, acompanhados no nosso centro, foram prospectivamente submetidos à avaliação abrangente de linha de base incluindo parâmetros clínicos, laboratoriais, eletrocardiográficos, ecocardiográficos e de exercício cardiopulmonar. A população do estudo foi dividida de acordo com o IMC (< 25, 25 - 29,9 e ≥ 30 kg/m2). Todos os pacientes foram acompanhados durante 60 meses. O desfecho composto foi definido como morte cardíaca, transplante cardíaco urgente ou necessidade de suporte circulatório mecânico. Valores de p < 0,05 foram considerados significativos. Resultados: Dos 282 pacientes incluídos (75% masculino, 54 ± 12 anos, IMC 27 ± 4 kg/m2, FEVE 27% ± 7%), o desfecho composto ocorreu em 24,4% durante o acompanhamento. Os pacientes com IMC elevado eram mais velhos e apresentavam FEVE e níveis séricos de sódio mais elevados, bem como menor inclinação de eficiência ventilatória (VE/VCO2). VE/VCO2 e consumo de oxigênio de pico (VO2p) eram fortes preditores prognósticos (p < 0,001). Na análise univariada de regressão de Cox, o IMC elevado foi associado a desfechos melhores (razão de risco 0,940, intervalo de confiança 0,886 - 0,998, p 0,042). Porém, após ajustar para ou inclinação VE/VCO2 ou VO2p, o papel protetor do IMC sumiu. O benefício de sobrevida do IMC não foi evidente quando os pacientes foram agrupados de acordo com a classe de aptidão cardiorrespiratória (VE/VCO2, valor de corte de 35, e VO2p, valor de corte de 14 mL/kg/min). Conclusão: Estes resultados sugerem que a aptidão cardiorrespiratória supera a relação entre o IMC e a sobrevida em pacientes com insuficiência cardíaca.


Abstract Background: Higher body mass index (BMI) has been associated with improved outcomes in heart failure with reduced ejection fraction. This finding has led to the concept of the obesity paradox. Objective: To investigate the impact of exercise tolerance and cardiorespiratory capacity on the obesity paradox. Methods: Outpatients with symptomatic heart failure and left ventricular ejection fraction (LVEF) ≤ 40%, followed up in our center, prospectively underwent baseline comprehensive evaluation including clinical, laboratorial, electrocardiographic, echocardiographic, and cardiopulmonary exercise testing parameters. The study population was divided according to BMI (< 25, 25 - 29.9, and ≥ 30 kg/m2). All patients were followed for 60 months. The combined endpoint was defined as cardiac death, urgent heart transplantation, or need for mechanical circulatory support. P value < 0.05 was considered significant. Results: In the 282 enrolled patients (75% male, 54 ± 12 years, BMI 27 ± 4 kg/m2, LVEF 27% ± 7%), the composite endpoint occurred in 24.4% during follow-up. Patients with higher BMI were older, and they had higher LVEF and serum sodium levels, as well as lower ventilatory efficiency (VE/VCO2) slope. VE/VCO2 and peak oxygen consumption (pVO2) were strong predictors of prognosis (p < 0.001). In univariable Cox regression analysis, higher BMI was associated with better outcomes (HR 0.940, CI 0.886 - 0.998, p 0.042). However, after adjusting for either VE/VCO2 slope or pVO2, the protective role of BMI disappeared. Survival benefit of BMI was not evident when patients were grouped according to cardiorespiratory fitness class (VE/VCO2, cut-off value 35, and pVO2, cut-off value 14 mL/kg/min). Conclusion: These results suggest that cardiorespiratory fitness outweighs the relationship between BMI and survival in patients with heart failure.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Cardiorespiratory Fitness , Heart Failure , Oxygen Consumption , Prognosis , Stroke Volume , Ventricular Function, Left , Exercise Test , Obesity/complications
17.
Medicina (B.Aires) ; 80(4): 339-347, ago. 2020. graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1154827

ABSTRACT

Resumen La prueba de caminata de seis minutos se ha aplicado generalmente en enfermos, y algunos estudios han propuesto modelos para predecir el consumo máximo de oxígeno. Nuestro objetivo fue elaborar una ecuación para predecir el consumo máximo de oxígeno en la prueba de caminata de seis minutos para estudiantes universitarios. Participaron 140 estudiantes. Se aplicó el test de marcha y después se realizó una prueba de ejercicio gradual para determinar el consumo máximo de oxígeno. Se elaboró una ecuación multivariada y el análisis se hizo con el programa SPSS v.22 (p < 0.05). El modelo predictivo incluyó el sexo, edad, índice de masa corporal, distancia recorrida y la frecuencia cardíaca de recuperación (r = 0.83; p < 0.001). La ecuación cumplió con los supuestos de independencia (p = 0.13), de normalidad (p = 0.49) y de homocedasticidad (p = 0.64). El diagrama de Bland-Altman indicó que no hubo diferencias significativas entre la ecuación y la medición del consumo máximo de oxígeno (p = 0.89), con un intervalo de confianza de 0.054 ml·kg·min-1 (95% IC [-0.72; 0.83]). La ecuación predice el consumo máximo de oxígeno. Se sugiere evaluar estudiantes universitarios considerando diferencias biológicas y ambientales entre países.


Abstract The six-minute walk test has been generally applied in people with pathologies and some studies have proposed models to predict maximum oxygen consumption. Our objective was to elaborate on an equation to predict the maximum oxygen consumption in the six-minute walking test for university students. A hundred and forty people participated in this study. The six-minute walking test was applied and after on a gradual exercise test was performed to determine the maximum oxygen consumption. A multivariate equation was developed and the analysis was done using the SPSS v.22 program (p < 0.05). The predictive model include gender, age, body mass index, distance performed and heart rate recovery (r = 0.83; p < 0.001). The equation fulfilled the assumptions of independence (p = 0.13), normality (p = 0.49) and homoscedasticity (p = 0.64). The Bland-Altman diagram indicated that there were no significant differences between the equation and the measurement of the maximum oxygen consumption (p = 0.89), with a confidence interval of 0.054 ml·kg·min-1 (95% CI [-0.72; 0.83]). The equation predicts the maximum oxygen consumption. It is suggested to evaluate university students considering biological and environmental differences between countries.


Subject(s)
Humans , Exercise Test , Oxygen Consumption , Walking , Exercise Tolerance , Healthy Volunteers , Walk Test , Heart Rate
18.
Arq. bras. cardiol ; 115(1): 52-58, jul. 2020. tab, graf
Article in Portuguese | SES-SP, LILACS, SES-SP | ID: biblio-1131252

ABSTRACT

Resumo Fundamento A história familiar de hipertensão (HFH) é um fator de risco consistente para diversas doenças crônicas que são acompanhadas por hipertensão. Além disso, a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) e a vasodilatação mediada pelo fluxo (VMF), ambas relacionadas ao consumo máximo de oxigênio (VO2max), são geralmente prejudicadas durante a hipertensão. Objetivo Comparar a modulação autonômica, a função endotelial (FE) e o consumo máximo de oxigênio (VO2max) de jovens atletas, separados de acordo com a história de pressão arterial (PA) dos seus pais, a fim de investigar a influência da ascendência genética nesses parâmetros. Métodos Quarenta e seis jovens jogadores de futebol do sexo masculino (18±2 anos) foram divididos em quatro grupos: 1- pai e mãe normotensos (FM-N); 2- apenas pai hipertenso (F-H); 3- apenas mãe hipertensa (M-H); 4- pai e mãe hipertensos (FM-H). Foram realizadas medições da PA, VMF, VFC e do VO2max. Na análise estatística, foi adotado o nível de significância de 5%. Resultados O desvio padrão dos intervalos RR normais (SDNN; FM-N=314±185; FM-H=182,4± 57,8), a raiz quadrada das médias quadráticas das diferenças dos intervalos R-R sucessivos (RMSSD; FM-N=248±134; FM-H=87±51), o número de diferenças entre intervalos NN sucessivos maiores que 50 ms (NN50; FM-N=367±83,4; FM-H=229±55), a proporção de NN50 dividida pelo número total de NNs (pNN50; FM-N=32,4±6,2; FM-H=21,1±5,3) e os componentes de alta (HF; FM-N=49±8,9; FM-H=35,3±12) e baixa frequência (LF; FM-N=50,9±8,9; FM-H=64,6±12), em unidades normalizadas (%), foram significativamente mais baixos no grupo FM-H do que no grupo FM-N (p<0,05). Por outro lado, a relação LF/HF (ms2) foi significativamente maior (p<0,05). Não foram encontradas diferenças significativas no VO2max e na VMF entre os grupos (p<0,05). Conclusão Em jovens jogadores de futebol do sexo masculino, a HFH desempenha um papel potencialmente importante no comprometimento do balanço autonômico, principalmente quando ambos os pais são hipertensos, mas não apresentam alterações no VO2max e na VMF. Nesse caso, há uma diminuição no controle simpatovagal, que parece preceder o dano endotelial. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(1):52-58)


Abstract Background The family history of hypertension (FHH) imposes consistent risk for diverse chronic diseases that are accompanied by hypertension. Furthermore, the heart rate variability (HRV) and flow-mediated dilation (FMD) are both related to maximal oxygen uptake (VO2max), and are usually impaired during hypertension Objective To compare the autonomic modulation, the endothelial function (EF) and maximum oxygen uptake (VO2max) of young athletes, separated according to their parents' blood pressure (BP) history, in order to study the influence of their genetic background on those parameters. Methods A total of 46 young male soccer players (18±2 years of age) were divided into four groups: 1-normotensive father and mother (FM-N); 2-only father was hypertensive (F-H); 3-only mother was hypertensive (M-H); 4-father and mother were hypertensive (FM-H). Measurements of BP, FMD, HRV and VO2maxwere performed. The significance level adopted in the statistical analysis was 5%. Results The standard deviation of normal RR intervals (SDNN; FM-N=314±185; FM-H=182.4± 57.8), the square root of the mean squared differences in successive RR intervals (RMSSD; FM-N=248±134; FM-H=87±51), the number of interval differences of successive NN intervals greater than 50ms (NN50; FM-N=367±83.4; FM-H=229±55), the ratio derived by dividing NN50 by the total number of NN intervals (pNN50; FM-N=32.4±6.2; FM-H=21.1±5.3) and the high (HF; FM-N=49±8.9; FM-H=35.3±12) and low-frequency (LF; FM-N=50.9±8.9; FM-H=64.6±12) components, in normalized units (%), were significantly lower in the FM-H group than in the FM-N group (p<0.05). On the other hand, the LF/HF ratio (ms2) was significantly higher (p<0.05). We found no significant difference between the groups in VO2maxand FMD (p<0.05). Conclusions In young male soccer players, the FHH plays a potentially role in autonomic balance impairment, especially when both parents are hypertensive, but present no changes in VO2maxand FMD. In this case, there is a decrease in the sympathetic-vagal control, which seems to precede the endothelial damage (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(1):52-58)


Subject(s)
Humans , Male , Adolescent , Adult , Young Adult , Soccer , Endothelium/physiopathology , Hypertension/genetics , Oxygen , Oxygen Consumption , Autonomic Nervous System/parasitology , Heart Rate
19.
Rev. méd. Chile ; 148(4): 506-517, abr. 2020. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1127091

ABSTRACT

The functional assessment of patients with dyspnea usually uses static or submaximal exercise tests, which provide limited information because they do not expose patients to the real situation that causes exercise intolerance. The cardiopulmonary exercise test (CPET) is an increasingly used tool that can be used in these circumstances. It determines peak oxygen consumption, anaerobic threshold and cardiac and respiratory reserves, measuring oxygen uptake and carbon dioxide production during standardized exercise conditions. It is useful for risk assessment in cardiothoracic surgery and can provide valuable information such as the timing for transplant in patients with severe chronic disease. The test is non-invasive, has a short duration, and exhibits an adequate safety profile in specialized centers. It is mainly indicated for the dynamic evaluation of athletes or patients with heart, respiratory, and neuromuscular diseases, it is essential part of the study of dyspnea of unknown origin, and in the prognostic assessment of patients who face highly complex interventions. This review provides a comprehensive review of CPET with emphasis on its main indications in healthy people, athletes and, in particular, in functional evaluation of patients with exercise limitations in the context of their chronic diseases.


Subject(s)
Exercise Test , Oxygen Consumption , Prognosis , Exercise Tolerance
20.
Arq. bras. cardiol ; 114(2): 209-218, Feb. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1088870

ABSTRACT

Abstract Background: Atrial fibrillation (AF) is associated with increased mortality in heart failure (HF) patients. Objective: To evaluate whether the risk of AF patients can be precisely stratified by relation with cardiopulmonary exercise test (CPET) cut-offs for heart transplantation (HT) selection. Methods: Prospective evaluation of 274 consecutive HF patients with left ventricular ejection fraction ≤ 40%. The primary endpoint was a composite of cardiac death or urgent HT in 1-year follow-up. The primary endpoint was analysed by several CPET parameters for the highest area under the curve and for positive (PPV) and negative predictive value (NPV) in AF and sinus rhythm (SR) patients to detect if the current cut-offs for HT selection can precisely stratify the AF group. Statistical differences with a p-value <0.05 were considered significant. Results: There were 51 patients in the AF group and 223 in the SR group. The primary outcome was higher in the AF group (17.6% vs 8.1%, p = 0.038). The cut-off value of pVO2 for HT selection showed a PPV of 100% and an NPV of 95.5% for the primary outcome in the AF group, with a PPV of 38.5% and an NPV of 94.3% in the SR group. The cut-off value of VE/VCO2 slope showed lower values of PPV (33.3%) and similar NPV (92.3%) to pVO2 results in the AF group. Conclusion: Despite the fact that AF carries a worse prognosis for HF patients, the current cut-off of pVO2 for HT selection can precisely stratify this high-risk group.


Resumo Fundamento: A fibrilação atrial (FA) está associada ao aumento da mortalidade em pacientes com insuficiência cardíaca (IC). Objetivo: Avaliar se o risco de pacientes com FA pode ser estratificado com precisão em relação aos pontos de corte do teste de esforço cardiopulmonar (TECP) para seleção do transplante cardíaco (TC). Métodos: Avaliação prospectiva de 274 pacientes consecutivos com IC com fração de ejeção do ventrículo esquerdo ≤ 40%. O endpoint primário foi um composto de morte cardíaca ou TC urgente no seguimento de 1 ano. O endpoint primário foi analisado através de vários parâmetros do TECP para a maior área sob a curva e para o valor preditivo positivo (VPP) e negativo (VPN) em pacientes com FA e ritmo sinusal (RS) para detectar se os atuais pontos de corte para a seleção de TC podem estratificar com precisão o grupo com FA. Diferenças estatísticas com valor de p < 0,05 foram consideradas significativas. Resultados: Havia 51 pacientes no grupo de FA e 223 no grupo RS. O endpoint primário foi maior no grupo FA (17,6% vs. 8,1%, p = 0,038). O valor de corte de pVO2 para a seleção do TC mostrou um VPP de 100% e um VPN de 95,5% para o endpoint primário no grupo FA, com um VPP de 38,5% e um VPN de 94,3% no grupo RS. O valor de corte da inclinação VE/VCO2 apresentou valores mais baixos de VPP (33,3%) e valor semelhante de VPN (92,3%) aos resultados de pVO2 no grupo FA. Conclusões: Apesar do fato de a FA apresentar um pior prognóstico para os pacientes com IC, o atual ponto de corte de pVO2 para a seleção de TC pode estratificar com precisão esse grupo de alto risco.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Atrial Fibrillation/physiopathology , Atrial Fibrillation/mortality , Risk Assessment/standards , Exercise Test/standards , Heart Failure/physiopathology , Oxygen/metabolism , Oxygen Consumption/physiology , Prognosis , Reference Standards , Stroke Volume/physiology , Time Factors , Proportional Hazards Models , Multivariate Analysis , Prospective Studies , Risk Factors , Follow-Up Studies , Statistics, Nonparametric , Exercise Test/methods , Heart Failure/mortality
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