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1.
Rev. bras. med. esporte ; 27(spe2): 16-19, Apr.-June 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1280086

ABSTRACT

ABSTRACT After arthroscopic ligament reconstruction, athletes still need to go through a postoperative rehabilitation training period and suffer the possible pain that can go from moderate to severe. Commonly used analgesic medications, ropivacaine and fentanyl have the effect of relieving athletes' pain. To study the analgesic effect of ropivacaine on arthroscopic reconstruction of the knee ligament, the steps of reconstruction and pharmacology of ropivacaine were first introduced. Next, the analgesic effects of ropivacaine and fentanyl in 86 athletes were compared on muscle strength recovery, patient satisfaction, and pain score. The results showed that the satisfaction of patients with ropivacaine was 95.35%, and the incidence of postoperative adverse reactions was only 9.30%. These results indicate that ropivacaine has a better analgesic effect in arthroscopic reconstruction of the knee ligament in athletes, which is suitable for postoperative rehabilitation.


RESUMO Após a reconstrução artroscópica do ligamento, os atletas ainda precisam passar por um longo período de treinamento pós-operatório de reabilitação e suportar a possível dor de moderada a severa. Os medicamentos analgésicos ropivacaina e fentanilo comumente utilizados têm o efeito de aliviar a dor dos atletas. Para estudar o efeito analgésico da ropivacaína na reconstrução artroscópica do ligamento do joelho foram introduzidos, em primeiro lugar, os passos da reconstrução artroscópica do ligamento e os da farmacologia da ropivacaína. Em seguida, os efeitos analgésicos da ropivacaína e o fentanilo em 86 atletas foram comparados com a recuperação na força muscular, na satisfação do paciente e na pontuação da dor. Os resultados mostraram que a satisfação dos doentes com a ropivacaína chegava a 95.35%, e a incidência de reações adversas pós-operatórias foi apenas de 9.30%. Estes resultados indicam que a ropivacaína tem melhor efeito analgésico na reconstrução artroscópica do ligamento do joelho, o que é adequado para a reabilitação pós-operatória.


RESUMEN Después de la reconstrucción artroscópica del ligamento, los atletas aun precisan pasar por un largo período de entrenamiento posoperatorio de rehabilitación y soportar el posible dolor que puede ir de moderado a severo. Los medicamentos analgésicos, ropivacaína y fentanilo que son comúnmente utilizados, tienen el efecto de aliviar el dolor de los atletas. Para estudiar el efecto analgésico de la ropivacaína en la reconstrucción artroscópica del ligamento de la rodilla fueron introducidos, en primer lugar, los pasos de la reconstrucción y de la farmacología de la ropivacaína. Enseguida, los efectos analgésicos de la ropivacaína y el fentanilo en 86 atletas fueron comparados en la recuperación de la fuerza muscular, en la satisfacción del paciente y en la puntuación del dolor. Los resultados mostraron que la satisfacción de los pacientes con la ropivacaína llegaba a 95.35%, y la incidencia de reacciones adversas posoperatorias fue apenas de 9.30%. Estos resultados indican que la ropivacaína tiene mejor efecto analgésico en la reconstrucción artroscópica del ligamento de la rodilla de los atletas, lo que es adecuado para la rehabilitación posoperatoria.


Subject(s)
Humans , Pain, Postoperative/prevention & control , Arthroscopy/methods , Athletic Injuries/surgery , Ropivacaine/therapeutic use , Knee Injuries/surgery , Anesthetics, Local/therapeutic use , Patient Satisfaction , Reconstructive Surgical Procedures
2.
ABCD arq. bras. cir. dig ; 34(1): e1530, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1248510

ABSTRACT

ABSTRACT Background: As the number of bariatric operations increases, there is a greater interest in knowledge, experience and skills in the operative and anesthetic management of obese people. Anesthetic recovery is an important point in the therapeutic approach and less adverse effects delaying discharge of these patients are necessary to be kept in mind by the surgical team. Aim: To compare anesthetic-analgesic techniques in the opioid-sparing era through epidural administration of local anesthetic associated with low-dose morphine vs. clonidine and analyze the impact of analgesia on the effectiveness of postoperative recovery by comparing these two techniques. Methods: Randomized, double-blind clinical trial with 66 patients candidates for Roux-en-Y gastrojejunal bypass divided into two groups: morphine group and clonidine group. Multimodal analgesia included epidural anesthesia with 0.375% ropivacaine 20 ml at the eighth thoracic vertebra with the association of morphine (morphine group) at a dose of 15 mcg / kg or clonidine (clonidine group) at a dose of 1 mcg / kg. Results: The groups were homogeneous and statistical significance was found when analyzing the difference in pain between them in the first postoperative period. The pain was higher in the clonidine group, as in this period, analgesic rescue was also better in this group. In the other times, there was no significance in the differences regarding pain and rescue. The return of intestinal motility in the morphine group was earlier in the first postoperative period. Nausea, vomiting and hospital discharge did not show significant differences between groups. Conclusion: Epidural anesthesia with low-dose morphine allowed less pain during the entire hospital stay, with a positive impact on patient recovery.


RESUMO Racional: Com o aumento do número de operações bariátricas torna-se maior o interesse pelo conhecimento, experiência e habilidades no manejo operatório e anestésico de obesos. A recuperação anestésica é ponto importante na abordagem terapêutica e menos efeitos adversos que retardem a alta são necessários estar em mente da equipe cirúrgica. Objetivo: Comparar técnicas anestésico-analgésicas na era poupadora de opioides através da administração epidural de anestésico local associado à morfina em baixa dose vs. à clonidina e analisar o impacto da analgesia na efetividade da recuperação pós-operatória comparando as duas técnicas. Métodos: Ensaio clínico randomizado e duplo-cego com 66 pacientes candidatos ao bypass gastrojejunal em Y-de-Roux divididos em dois grupos: grupo morfina e grupo clonidina. A analgesia multimodal incluiu na anestesia epidural com ropivacaína 0,375% 20 ml na altura da oitava vértebra torácica a associação de morfina (grupo morfina) em dose de 15 mcg/kg ou de clonidina (grupo clonidina) na dose 1 mcg/kg. Resultados: Os grupos se mostraram homogêneos e foi encontrada significância estatística ao analisar a diferença da dor entre eles no primeiro pós operatório. A dor foi superior no grupo clonidina, como também neste período o resgate analgésico foi melhor neste grupo. Nos demais tempos não houve significância nas diferenças quanto à dor e resgate. O retorno da motilidade intestinal no grupo morfina foi mais precoce no primeiro pós-operatório. Náuseas, vômitos e a alta hospitalar não apresentaram diferenças significativas entre os grupos. Conclusão: A anestesia epidural com morfina em baixa dose permitiu menor dor durante todo internamento com impacto positivo em relação a recuperação dos pacientes.


Subject(s)
Humans , Analgesia, Epidural , Pain, Postoperative/prevention & control , Pain, Postoperative/drug therapy , Double-Blind Method , Ropivacaine , Anesthetics, Local , Morphine
3.
Rev. bras. anestesiol ; 70(6): 613-619, Nov.-Dec. 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1155774

ABSTRACT

Abstract Background and objectives There are no consensus of the ideal technique to provide analgesia in knee ligament reconstructions. The aim of this study was to compare the intensity of postoperative pain in these patients under different modalities of analgesia. Method Randomized and controlled clinical trial of patients undergoing reconstruction of the Anterior Cruciate Ligament (ACL) with flexor tendons between December 2013 and 2014. All patients underwent spinal anesthesia and rescue analgesia with tramadol. The groups C, M, R0,375 and R0,25 was compared with only the previously described technique, subarachnoid morphine (100░µg), or Femoral Nerve Block (BNF) with 25░mL of 0.375% ropivacaine and 0.25%, respectively. Pain intensity at 6, 12 and 24░hours, age, sex, rescue analgesia, adverse reactions and satisfaction were evaluated. Results Among the 83 eligible patients, a predominance of males (85.7%) was observed, between 28 and 31 years. The group C requested more opioid (27.3%) than the other groups, without significance when compared. There were no significant differences in pain intensity at 6, 12 and 24░hours. There was a higher incidence of urinary retention in the M group (23.8%) than in the R0,375 (0%) and prolonged quadriceps motor block in the R0,375 group (30%) than in the M and C groups (0%), with statistical significance (p░<░0.05). Conclusion There was no difference in the intensity of postoperative pain in patients submitted to ACL reconstruction with flexor tendons under the analgesic modalities evaluated, despite the predominance of urinary retention in the M group and motor block in the R0,375 group.


Resumo Justificativa e objetivos Não há consenso sobre qual é a técnica ideal para prover analgesia em reconstruções ligamentares de joelho. Objetivou‐se comparar a intensidade da dor pós‐operatória desses pacientes sob diferentes modalidades de analgesia. Método Ensaio clínico randomizado e controlado de pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior com tendões flexores entre dezembro de 2013 e 2014. Todos os pacientes foram submetidos a raquianestesia e analgesia de resgate com tramadol. Compararam‐se os grupos C, M, R0,375 e R0,25; aos quais se ofertou apenas a técnica anteriormente descrita, morfina subaracnóidea (100 µg) ou bloqueio de nervo femoral com 25 mL de ropivacaína 0,375% e 0,25%, respectivamente. Avaliou‐se intensidade da dor em 6, 12 e 24 horas, idade, sexo, analgesia de resgate, reações adversas e satisfação. Resultados Entre os 83 pacientes elegíveis, observou‐se predomínio do sexo masculino (85,7%) entre 28 e 31 anos. O Grupo C solicitou mais opioide (27,3%) do que os demais grupos, sem significância quando comparados. Não houve diferenças significativas na intensidade da dor em 6, 12 e 24 horas. Houve maior incidência de retenção urinária no Grupo M (23,8%) do que no R0,375 (0%) e de bloqueio motor prolongado do quadríceps no Grupo R0,375 (30%) do que nos Grupos M e C (0%), com significância estatística (p< 0,05). Conclusão Não houve diferença na intensidade da dor pós‐operatória nos pacientes submetidos à reconstrução de ligamento cruzado anterior com tendões flexores sob as modalidades analgésicas avaliadas, apesar do predomínio de retenção urinária no Grupo M e bloqueio motor no Grupo R0,375.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Pain, Postoperative/drug therapy , Femoral Nerve , Anterior Cruciate Ligament Reconstruction , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Anesthesia, Spinal/methods , Morphine/administration & dosage , Nerve Block/methods , Time Factors , Tramadol/administration & dosage , Pain Measurement , Urinary Retention/chemically induced , Quadriceps Muscle/drug effects , Acute Pain/drug therapy , Ropivacaine/administration & dosage , Analgesia/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage
4.
Rev. bras. anestesiol ; 70(5): 556-560, Sept.-Oct. 2020. graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1143960

ABSTRACT

Abstract Background: The role of type I thyroplasty (TIP) is well established as the treatment for glottal insufficiency due to vocal fold paralysis, but the ideal anesthetic management for this procedure is still largely debated. We present the case of a novel anesthetic approach for TIP using combined intermediate and superficial Cervical Plexus Block (CPB) and intermittent mild sedation analgesia. Case report: A 51-year-old presenting with left vocal fold paralysis and obstructive sleep apnea was scheduled for TIP. An ultrasound-guided intermediate CPB was performed using the posterior approach, and 15 mL of ropivacaine 0.5% were injected in the posterior cervical space between the sternocleidomastoid muscle and the prevertebral fascia. Then, for the superficial CPB, a total of 10 mL 0.5% ropivacaine was injected subcutaneously, adjacently to the posterior border of the sternocleidomastoid muscle, without penetrating the investing fascia An intermittent sedation analgesia with a target-controlled infusion of remifentanyl (target 0.5 ng.mL-1) was used to facilitate prosthesis insertion and the fiberoptic laryngoscopy. This technique offered a safe anesthetic airway and good operating conditions for the surgeon, as well as feasible voice monitoring and optimal patient comfort. Conclusion: The use of a regional technique is a promising method for the anesthetic management in TIP, especially in patients with compromised airway.


Resumo Introdução: O papel da tireoplastia tipo I (TPI) está bem estabelecido no tratamento de insuficiência glótica após a paralisia das pregas vocais, mas o manejo anestésico ideal para a TPI ainda é controverso. Descrevemos uma nova técnica anestésica para a TPI usando o Bloqueio do Plexo Cervical (BPC) superficial e o BPC intermediário associados, em presença de analgo-sedação leve e intermitente. Relato de caso: Paciente de 51 anos de idade com paralisia da prega vocal esquerda e apneia obstrutiva do sono foi agendada para TPI. BPC intermediário guiado por ultrassom foi realizado usando acesso posterior, e 15 mL de ropivacaína a 0,5% foram injetados no espaço cervical posterior entre o músculo esternocleidomastoideo e a fáscia prevertebral. A seguir, para o BPC superficial, 10 mL de ropivacaína a 0,5% foram injetados na região subcutânea adjacente à borda posterior do músculo esternocleidomastoideo, sem transfixar a fáscia de revestimento. Analgo-sedação intermitente com infusão alvo-controlada de remifentanil (alvo de 0,5 ng.mL-1) foi usada para facilitar a inserção da prótese e a laringoscopia com fibra ótica. A técnica ofereceu via aérea segura durante a anestesia, boa condição para o cirurgião, possibilidade de monitorar a voz, além de ótimo conforto à paciente. Conclusões: O uso de anestesia regional é uma técnica promissora para o cuidado anestésico durante a TPI, especialmente em pacientes com via aérea comprometida.


Subject(s)
Humans , Female , Vocal Cord Paralysis/surgery , Laryngoplasty/methods , Cervical Plexus Block/methods , Ultrasonography, Interventional , Ropivacaine/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Middle Aged
5.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 72(5): 1659-1665, Sept.-Oct. 2020. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1131552

ABSTRACT

Objetivou-se avaliar o bloqueio sensitivo e motor da administração peridural de 0,2mL/kg de duas concentrações de ropivacaína em comparação à lidocaína em cães. Utilizaram-se 24 cães, distribuídos em quatro grupos: NaCl a 0,9% (GS), lidocaína a 2% (GL), ropivacaína a 0,5% (GR5) e ropivacaína a 0,75% (GR7,5). Avaliaram-se a presença de movimentação espontânea, deambulação, sensibilidade superficial e profunda nos momentos cinco, 10, 15, 20, 25, 30, 45, 60, 90, 120, 180, 240 e 300 minutos após peridural. O retorno à movimentação espontânea foi semelhante entre GL (42,50 ± 6,12) e GR7,5 (69,2 ± 58,9). O tempo para deambulação foi mais prolongado em GR7,5 (107,5 ± 79,3) que em GS (9,2 ± 3,8) e em GR5 (32,5 ± 20,9). O retorno da sensibilidade profunda foi maior em GR 7,5 (152,5 ± 89,2) que em GS (5,8 ± 2,0), GR5 (46,7 ± 46,3) e GL (52,5 ± 20,7). O tempo de retorno da sensibilidade superficial foi maior em GR7,5 (205,0 ± 129,3) que em GS (7,5 ± 2,7), GL (72,5 ± 19,9) e GR5 (97,5 ± 55,1). Apesar do retorno precoce da movimentação, ropivacaína 0,75% está relacionada a tempo prolongado de recuperação da função muscular e bloqueio sensitivo mais prolongado que lidocaína e ropivacaína 0,5%.(AU)


The aim of the present study was to evaluate the sensory and motor blockade of epidural 0.5% and 0.75% Ropivacaine or Lidocaine in dogs. Twenty-four dogs were distributed in four groups: 0.9% NaCl (GS), 2% lidocaine (GL), 0.5% ropivacaine (GR5) and 0.75% ropivacaine (GR7.5). Spontaneous movement, ability to walk, superficial, and deep pain response were assessed 5, 10, 15, 20, 25, 30, 45, 60, 90, 120, 180, 240 and 300 minutes after epidural. Time to return to spontaneous movement was similar between GL (42.50 ± 6.12) and GR7.5 (69.2 ± 58.9). Time to return to ambulation was longer in GR7.5 (107.5 ± 79.3) than in GS (9.2 ± 3.8) and GR5 (32.5 ± 20.9). Time to recover deep sensitivity was longer in GR 7.5 (152.5 ± 89.2) than in GS (5.8 ± 2.0), GR5 (46.7 ± 46.3) and GL (52.5 ± 20.7). Time to return superficial sensitivity was longer in GR7.5 (205.0 ± 129.3) when compared to GS (7.5 ± 2.7), GL (72.5 ± 19.9) and GR5 (97.5 ± 55.1). Despite the early return of spontaneous movement, 0.75% ropivacaine is related to longer periods for muscle function recovery and longer sensory block than lidocaine and 0.5% ropivacaine.(AU)


Subject(s)
Animals , Dogs , Neuromuscular Blockade/veterinary , Ropivacaine/administration & dosage , Anesthesia, Epidural/veterinary , Lidocaine/administration & dosage , Nerve Block/veterinary , Anesthetics, Local/analysis
6.
Rev. bras. anestesiol ; 70(1): 66-68, Jan.-Feb. 2020.
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1137129

ABSTRACT

Abstract Introduction and objectives: Ropivacaine is a long-acting local anesthetic that causes prolonged anesthesia and is beneficial for a wide variety of surgeries. Systemic toxicity has been reported after usage of high dose ropivacaine or inadvertent intravascular administration. We report a case of ropivacaine withdrawal, which to our knowledge has not been previously described in the literature. Case report: The patient presented to our department with uncontrolled belt-like upper-abdominal pain, self-rated as a 9/10 on the numeric rating scale. We decided to use continuous epidural analgesia with ropivacaine through a multi-port epidural catheter. Pain was well controlled for one month without significant adverse effects. However, ropivacaine unexpectedly ran out and two hours later the patient developed agitation, generalized tremor, tachycardia, and tachypnea. These symptoms resolved 30 minutes after reinitiating epidural ropivacaine. Discussion: Our hypothesis of ropivacaine withdrawal was related to the timing of symptoms in relation to drug administration over two episodes. The possible mechanism of the observed withdrawal syndrome is upregulation of voltage-gated sodium channels after prolonged inhibition, resulting in increase in sodium influx and genetic variation.


Resumo Justificativa e objetivos: A ropivacaína é um anestésico local de ação prolongada indicado em uma ampla variedade de cirurgias. Toxicidade sistêmica tem sido relatada após o uso de dose alta de ropivacaína ou administração intravascular inadvertida. Relatamos um caso de crise de abstinência de ropivacaína que, até onde sabemos, não foi descrita anteriormente na literatura. Relato do caso: O paciente procurou nosso departamento com dor não controlada abdominal do tipo em cinta, avaliada pelo paciente como sendo 9/10 no escala de avaliação numérica. Decidimos usar analgesia peridural contínua com ropivacaína através de cateter peridural multiperfurado. A dor foi bem controlada por um mês sem efeitos adversos significativos. No entanto, a ropivacaína inesperadamente se esgotou e, duas horas depois, o paciente desenvolveu agitação, tremor generalizado, taquicardia e taquipneia. Esses sintomas regrediram completamente 30 minutos após o reinício da ropivacaína por via peridural. Discussão: Nossa hipótese de abstinência de ropivacaína foi relacionada à cronologia dos sintomas em relação à administração da droga ao longo de dois episódios. O possível mecanismo da síndrome de abstinência observada é a regulação positiva dos canais de sódio dependentes de voltagem após inibição prolongada, resultando em aumento do influxo de sódio e variação genética.


Subject(s)
Humans , Male , Substance Withdrawal Syndrome/etiology , Analgesia, Epidural , Ropivacaine/analogs & derivatives , Anesthetics, Local/adverse effects , Middle Aged
7.
Rev. bras. anestesiol ; 69(6): 580-586, nov.-Dec. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1057470

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: The frequent onset of hemidiaphragmatic paralysis during interscalene block restricts its use in patients with respiratory insufficiency. Supraclavicular block could be a safe and effective alternative. Our primary objective was to assess the incidence of hemidiaphragmatic paralysis following ultrasound-guided supraclavicular block and compare it to that of interscalene block. Methods: Adults warranting elective shoulder surgery under regional anesthesia (Toulouse University Hospital) were prospectively enrolled from May 2016 to May 2017 in this observational study. Twenty millilitres of 0.375% Ropivacaine were injected preferentially targeted to the "corner pocket". Diaphragmatic excursion was measured by ultrasonography before and 30 minutes after regional anesthesia. A reduction ≥25% in diaphragmatic excursion during a sniff test defined the hemidiaphragmatic paralysis. Dyspnoea and hypoxaemia were recorded in the recovery room. Predictive factors of hemidiaphragmatic paralysis (gender, age, weight, smoking, functional capacity) were explored. Postoperative pain was also analysed. Results: Forty-two and 43 patients from respectively the supraclavicular block and interscalene block groups were analysed. The incidence of hemidiaphragmatic paralysis was 59.5% in the supraclavicular block group compared to 95.3% in the interscalene block group (p < 0.0001). Paradoxical movement of the diaphragm was more common in the interscalene block group (RR = 2, 95% CI 1.4-3; p = 0.0001). A similar variation in oxygen saturation was recorded between patients with and without hemidiaphragmatic paralysis (p = 0.08). No predictive factor of hemidiaphragmatic paralysis could be identified. Morphine consumption and the highest numerical rating scale numerical rating scale (NRS) at 24 hours did not differ between groups. Conclusions: Given the frequent incidence of hemidiaphragmatic paralysis following supraclavicular block, this technique cannot be recommended for patients with an altered respiratory function.


Resumo Justificativa e objetivos: O aparecimento frequente de paralisia hemidiafragmática durante o bloqueio interescalênico restringe seu uso em pacientes com insuficiência respiratória. O bloqueio supraclavicular pode ser uma opção segura e eficaz. Nosso objetivo primário foi avaliar a incidência de paralisia hemidiafragmática após bloqueio supraclavicular guiado por ultrassom e compará-lo com o bloqueio interescalênico. Métodos: Os adultos agendados para cirurgia eletiva do ombro sob anestesia regional (Hospital Universitário de Toulouse) foram prospectivamente incluídos neste estudo observacional, de maio de 2016 a maio de 2017. Vinte mililitros de ropivacaína a 0,375% foram injetados, preferencialmente objetivando a interseção da primeira costela e da artéria subclávia. A excursão diafragmática foi medida por ultrassonografia antes e 30 minutos após a anestesia regional. Uma redução ≥ 25% na excursão diafragmática durante um sniff test definiu a paralisia hemidiafragmática. Dispneia e hipoxemia foram registradas na sala de recuperação. Fatores preditivos de paralisia hemidiafragmática (sexo, idade, peso, tabagismo, capacidade funcional) foram explorados. A dor pós-operatória também foi avaliada. Resultados: Quarenta e dois e 43 pacientes dos grupos bloqueio supraclavicular e bloqueio interescalênico, respectivamente, foram avaliados. A incidência de paralisia hemidiafragmática foi de 59,5% no grupo bloqueio supraclavicular em comparação com 95,3% no grupo bloqueio interescalênico (p < 0,0001). O movimento paradoxal do diafragma foi mais comum no grupo bloqueio interescalênico (RR = 2, 95% IC 1,4-3; p = 0,0001). Uma variação semelhante na saturação de oxigênio foi registrada entre os pacientes com e sem paralisia hemidiafragmática (p = 0,08). Nenhum fator preditivo de paralisia hemidiafragmática pôde ser identificado. O consumo de morfina e o maior escore na escala numérica (NRS) em 24 horas não diferiram entre os grupos. Conclusão: Devido à frequente incidência de paralisia hemidiafragmática após bloqueio supraclavicular, essa técnica não pode ser recomendada para pacientes com função respiratória alterada.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Respiratory Paralysis/etiology , Brachial Plexus Block/methods , Ropivacaine/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Pain, Postoperative/prevention & control , Pain, Postoperative/epidemiology , Respiratory Paralysis/epidemiology , Incidence , Prospective Studies , Cohort Studies , Ultrasonography, Interventional , Brachial Plexus Block/adverse effects , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Middle Aged , Morphine/administration & dosage
9.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 65(7): 982-987, July 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1013009

ABSTRACT

SUMMARY A clinical, placebo-controlled, randomized, double-blind trial with two parallel groups. OBJECTIVE to evaluate the efficacy of ropivacaine injection in each belly of the anterior and middle scalene muscles, guided by ultrasonography, in the treatment of Nonspecific Thoracic Outlet Syndrome (TOS) compared to cutaneous pressure. METHODS 38 patients, 19 in the control group (skin pressure in each belly of the anterior and middle scalene muscles) and 19 in the intervention group (ropivacaine). Subjects with a diagnosis of Nonspecific Thoracic Outlet Syndrome, pain in upper limbs and/or neck, with no radiculopathy or neurological involvement of the limb affected due to compressive or encephalic root causes were included. The primary endpoint was functionality, evaluated by the Disabilities of the Arm, Shoulder, and Hand - DASH scale validated for use in Brasil. The time of the evaluations were T0 = before the intervention; T1 = immediately after; T2 = 1 week; T3 = 4 weeks; T4 = 12 weeks; for T1, the DASH scale was not applied. RESULTS Concerning the DASH scale, it is possible to affirm with statistical significance (p> 0.05) that the intervention group presented an improvement of functionality at four weeks, which was maintained by the 12th week. CONCLUSION In practical terms, we concluded that a 0.375% injection of ropivacaine at doses of 2.5 ml in each belly of the anterior and middle scalene muscles, guided by ultrasonography, in the treatment of Nonspecific Thoracic Outlet Syndrome helps to improve function.


RESUMO Ensaio clínico, controlado por placebo, aleatorizado, duplo-cego, com dois braços paralelos. OBJETIVO Avaliar a eficácia da injeção de ropivacaína em cada ventre dos músculos escalenos anterior e médio, guiada por ultrassonografia, no tratamento da Síndrome do Desfiladeiro Torácico Neurogênico inespecífico comparado com o toque cutâneo. MÉTODOS Trinta e oito pacientes, sendo 19 no grupo controle (toque cutâneo em cada ventre dos músculos escalenos anterior e médio) e 19 no grupo intervenção (ropivacaína). Foram incluídos sujeitos com diagnóstico de Síndrome do Desfiladeiro Torácico Neurogênico inespecífico com dor em membros superiores e/ou cervicalgia sem radiculopatia ou comprometimento neurológico do membro em questão por causas radiculares compressivas ou encefálicas. O desfecho primário foi a funcionalidade avaliada pela escala Disabilitie of the Arm, Shoulder and Hand - Dash, validada no Brasil. O tempo das avaliações foram T0 = antes da intervenção; T1 = imediatamente após, T2 = 1 semana, T3 = 4 semanas e T4 = 12 semanas, sendo que para o T1 não foi aplicado o Dash. RESULTADOS Com relação ao Dash, de forma estatisticamente significante (p>0,05), é possível afirmar que o grupo intervenção apresentou melhora da funcionalidade a partir de quatro semanas, e essa melhora se manteve até a 12a semana. CONCLUSÃO Em termos práticos, conclui-se que a injeção de ropivacaína 0,375% nas doses de 2,5 ml em cada ventre dos músculos escalenos anterior e médio, guiada por ultrassonografia, no tratamento da Síndrome do Desfiladeiro Torácico Neurogênico inespecífico auxilia na melhora da função.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Thoracic Outlet Syndrome/drug therapy , Ultrasonography, Interventional/methods , Ropivacaine/administration & dosage , Injections, Intramuscular/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Neck Muscles/drug effects , Time Factors , Double-Blind Method , Treatment Outcome
10.
Rev. bras. anestesiol ; 69(3): 272-278, May-June 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1013422

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: Inadequate pain relief after anterior cruciate ligament reconstruction affects mobility leading to development of adhesions, weakened ligament insertion and muscle atrophy. Adductor canal block for postoperative analgesia preserves quadriceps strength. The present study was conducted to compare pain free period in patients undergoing arthroscopic anterior cruciate ligament reconstruction, receiving ultrasound-guided adductor canal block with ropivacaine alone and ropivacaine with clonidine. Methods: A prospective randomized double blinded study was conducted including sixty-three adult, ASA class I, II patients undergoing anterior cruciate ligament reconstruction. They were randomized into three groups: Group S - control group received adductor canal block with 30 mL saline, Group R - ropivacaine group received adductor canal block with 30 mL of 0.375% ropivacaine and Group RC - clonidine group received adductor canal block with 30 mL of 0.375% ropivacaine with clonidine 1 µg.kg-1. The primary aim was to compare the pain free period in patients receiving adductor canal block with ropivacaine alone or ropivacine with clonidine. The secondary outcomes were pain score at rest and movement, total analgesic requirement, sedation score and postoperative nausea and vomiting. Results: The mean pain free periods were 20 min, 384.76 min and 558.09 min for Group S, Group R and Group RC, respectively and this difference was statistically significant (p < 0.001). There was no significant difference between Group R and Group RC in terms of pain scores at rest and movement and total analgesic requirement. Conclusion: Addition of clonidine to ropivacaine in USG guided adductor canal block led to significant prolongation of pain free period though pain score at rest and movement, and rescue analgesic requirement, did not differ.


Resumo Justificativa e objetivos: O alívio inadequado da dor após a reconstrução do ligamento cruzado anterior afeta a mobilidade, leva ao desenvolvimento de aderências, inserção do ligamento enfraquecido e atrofia muscular. O bloqueio do canal adutor para analgesia pós-operatória preserva a força do quadríceps. O presente estudo foi feito para comparar o período sem dor em pacientes de reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior, submetidos ao bloqueio do canal adutor guiado por ultrassom com ropivacaína isolada e ropivacaína + clonidina. Métodos: Um estudo prospectivo, randômico e duplo-cego foi conduzido com 63 pacientes adultos, estado físico ASA I-II, submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior. Os pacientes foram randomizados em três grupos: Grupo S, que recebeu bloqueio do canal adutor com 30 mL de solução salina para controle; Grupo R, que recebeu bloqueio do canal adutor com 30 mL de ropivacaína a 0,375%; Grupo RC, que recebeu bloqueio do canal adutor com 30 mL de ropivacaína a 0,375% e 1 µg.kg-1 de clonidina. O desfecho primário do estudo foi comparar o período sem dor nos pacientes que receberam bloqueio do canal adutor com ropivacaína isolada ou ropivacina + clonidina. Os desfechos secundários foram escores de dor em repouso e movimento, necessidade total de analgésicos, escore de sedação, além de náusea e vômito no pós-operatório. Resultados: Os períodos médios sem dor foram 20 min, 384,76 min e 558,09 min para os grupos S, R e RC, respectivamente, e essa diferença foi estatisticamente significativa (p < 0,001). Não houve diferença significativa entre os grupos R e RC em termos de escores de dor em repouso e movimento e a necessidade total de analgésicos. Conclusão: A adição de clonidina à ropivacaína em bloqueio do canal adutor guiado por ultrassom levou a um prolongamento significativo do período sem dor, embora os escores de dor em repouso e movimento, e a necessidade de analgésico de resgate, não tenham diferido.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Young Adult , Arthroscopy/methods , Clonidine/administration & dosage , Anterior Cruciate Ligament Reconstruction/methods , Ropivacaine/administration & dosage , Nerve Block/methods , Pain, Postoperative/prevention & control , Double-Blind Method , Prospective Studies , Ultrasonography, Interventional/methods , Drug Therapy, Combination , Analgesics/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage
11.
Article in Chinese | WPRIM | ID: wpr-773525

ABSTRACT

OBJECTIVE@#To explore the effect of local infiltration of ropivacaine combined with multimodal analgesia with parecoxib for perioperative pain management in patients undergoing pancreaticoduodenectomy.@*METHODS@#This randomized controlled trial was conducted among 98 patients undergoing pancreaticoduodenectomy in the Department of Biliary Surgery of West China Hospital between March, 2017 and August, 2018. The patients were randomized to receive perioperative analgesia with local infiltration anesthesia with ropivacaine combined with multimodal analgesia with parecoxib (experimental group, =50) or postoperative analgesia with dizosin (control group, =48). The regimens for intraoperative anesthesia and postoperative pain relief were identical in the two groups. The differences in NRS pain score, use of pain relief agents, the incidences of adverse reactions to analgesia and wound infection, and the time to first ambulation and first flatus passage after the operation were compared between the two groups.@*RESULTS@#At 12, 24 h, 48 h, 72 h and 7 days after the operation, the patients in the experimental group had significantly lower NRS scores ( < 0.05) than those in the control group. The rate of use of rescue analgesics was significantly lower in the experimental group than in the control group (32% 66.67%, < 0.05); the rate of tramadol hydrochloride use was also significantly lower in the experimental group ( < 0.05). Compared with those in the control group, the patients in the experimental group showed a significantly lower total incidence of adverse reactions (22% 54.17%, < 0.05) as well as a lower incidence of nausea and vomiting ( < 0.05), an earlier time of first ambulation and first flatus passage after the operation ( < 0.05), and a shorter postoperative hospital stay ( < 0.05).@*CONCLUSIONS@#In patients undergoing pancreaticoduodenectomy, local infiltration of ropivacaine combined with multimodal analgesia with ropivacaine can effectively relieve perioperative pain, reduce the use of relief analgesics, lower the incidence of adverse reactions, and promote the recovery after the surgery.


Subject(s)
Analgesia, Patient-Controlled , Analgesics, Opioid , Anesthetics, Local , China , Double-Blind Method , Humans , Isoxazoles , Pain Management , Pain Measurement , Pain, Postoperative , Pancreaticoduodenectomy , Ropivacaine
12.
Article in Chinese | WPRIM | ID: wpr-813060

ABSTRACT

To investigate the effect of SB203580, a p38MAPK specific inhibitor, on ropivacaine-induced cytotoxicity in PC12 cells.
 Methods: PC12 cells were divided into three groups: the normal group (Group N), cells were cultured for 48 h; the ropivacaine group (Group R), cells were cultured with 15 mmol/L ropivacaine hydrochloride for 48 h; the ropivacaine+SB203580 group (Group R+S), cells were cultured with 15 mmol/L ropivacaine hydrochloride plus 10 μmol/L SB203580 for 48 h. The cell survival rates were detected by MTT assay. The protein levels of cleaved caspase-3, phosphor-p38 (p-p38) and cystolic cytochrome C (Cyt C) were detected by Western blotting.
 Results: Compared with the Group N, the number and survival rate of PC12 cells in the Group R and the Group R+S were significantly reduced (all P<0.05); the number and survival rate of PC12 cells in the Group R+S were significantly higher than those in the Group R (both P<0.05). Compared with the Group N, the levels of p-p38 and cleaved caspase-3, and the content of cytoplasmic Cyt C in the PC12 cells from the Group R and the Group R+S were significantly enhanced (all P<0.05); compared with the Group R, the levels of p-p38 and cleaved caspase-3, and the content of cytoplasmic Cyt C in the PC12 cells from the Group R+S were decreased (all P<0.05).
 Conclusion: The ropivacaine-induced cytotoxicity can be attenuated via inhibition of p38MAPK; which is related to decrease in Cyt C content and cleaved caspase-3 expression.


Subject(s)
Anesthetics, Local , Toxicity , Animals , Apoptosis , Imidazoles , PC12 Cells , Pyridines , Rats , Ropivacaine , Toxicity , p38 Mitogen-Activated Protein Kinases , Metabolism
13.
Biol. Res ; 52: 36, 2019. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1019501

ABSTRACT

BACKGROUND: Recent evidences indicated that some local anaesthetic agents played a role in inhibiting the proliferation of cancer cells; Whether ropivacaine is able to promote apoptosis of hepatocellular carcinoma (HCC) cells is still unclear. The aim of this study was to investigate the effect of ropivacaine on the apoptosis of HCC cells. METHODS: In the present study, we treated the HCC cell lines, Bel7402 and HLE with ropivacaine. MTT, DAPI stain, trypan blue exclusion dye assay, flow cytometry, electron microscopy, computational simulation, laser confocal microscope, Western blotting, and enzyme activity analysis of caspase-3 were applied to detect the growth and apoptosis of HCC cells and to explore the role mechanism of ropivacaine. RESULTS: Ropivacaine was able to inhibit proliferation and promote apoptosis of HCC cells in a dose- and time-dependent manner. Ropivacaine also has a trait to inhibit the migration of HCC cells; ropivacaine damaged the mitochondria of HCC cells. The results also indicated that ropivacaine was able to interact with caspase-3, promote cytoplasmic caspase-3 migration into the nucleus, stimulate cleavage of caspase-3 and PARP-1, caspase-9 proteins, inhibit the expression of Bcl-2, promote expression of Apaf-1 and mitochondria release cytochrome C, and activate the activity of caspase-3. CONCLUSIONS: Ropivacaine has a novel role in promoting apoptosis of HCC cells; The role mechanism of ropivacaine maybe involve in damaging the function of mitochondria and activating the caspase-3 signalling pathway in HCC cells. Our findings provide novel insights into the local anaesthetic agents in the therapy of HCC patients.


Subject(s)
Humans , Apoptosis/drug effects , Carcinoma, Hepatocellular/pathology , Caspase 3/metabolism , Ropivacaine/pharmacology , Anesthetics, Local/pharmacology , Liver Neoplasms/pathology , Signal Transduction/drug effects , Apoptosis/physiology , Carcinoma, Hepatocellular/metabolism , Microscopy, Confocal , Cell Line, Tumor , Cell Proliferation/drug effects , Flow Cytometry , Liver Neoplasms/metabolism , Microscopy, Fluorescence , Mitochondria/drug effects
14.
Rev. bras. anestesiol ; 67(6): 632-636, Nov.-Dec. 2017. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-897773

ABSTRACT

Abstract Vaginismus is a poorly understood disorder, characterized by an involuntary muscular spasm of the pelvic floor muscles and outer third of the vagina during intercourse attempt, which results in aversion to penetration. It is reported to affect 1-7% of women worldwide. With this report the authors aim to describe the case of a young patient with vaginismus in whom techniques usually from the chronic pain domain were used as part of her multimodal therapeutic regimen.


Resumo O vaginismo é uma doença pouco compreendida que se caracteriza por uma contração muscular involuntária dos músculos do pavimento pélvico e do terço externo da vagina durante as tentativas de intercurso sexual, o que resulta em aversão à penetração. Estima-se que possa afetar entre 1%-7% da população feminina mundial. Com este relato os autores pretendem apresentar o caso de uma paciente jovem com vaginismo na qual foram usadas técnicas habitualmente do domínio da medicina da dor crônica como parte do seu esquema terapêutico multimodal.


Subject(s)
Humans , Female , Adolescent , Clonidine/administration & dosage , Vaginismus , Pulsed Radiofrequency Treatment , Ropivacaine/administration & dosage , Analgesics/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Combined Modality Therapy , Trigger Points , Pudendal Nerve , Anesthesia, Local
15.
Rev. bras. anestesiol ; 67(2): 131-138, Mar.-Apr. 2017. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-843375

ABSTRACT

Abstract Objectives: The increase in the prevalence of obesity presents a significant health and economic problem. Obesity has been reported to be a major contributor to variety of chronic diseases. Childhood obesity has been rising over the past decades leading to various complications in health. Millions of infants and children undergo surgery every year on various health grounds. The present investigation was undertaken to evaluate the effect of spinal anesthesia of equipotent doses of ropivacaine and bupivacaine on over-weight neonatal rats. Methods: The Sprague-Dawley rat pups were overfed on high fat diet to induce obesity. Behavioral assessments for sensory and motor blockade was made by evaluating thermal and mechanical withdrawal latencies at various time intervals following intrathecal injections of bupivacaine (5.0 mg·kg-1) and ropivacaine (7.5 mg·kg-1) in P14 rats. Spinal tissue was analyzed for apoptosis by determination of activated caspase-3 using monoclonal anti-activated caspase-3 and Fluoro-Jade C staining. Long-term spinal function in P30 rat pups was evaluated. Results: Exposure to intrathecal anesthesia in P14 increased thermal and mechanical latencies and was observed to increase apoptosis as presented by increase in activated caspase-3 and Fluro-Jade C positive cells. Significant alterations in spinal function were observed in high fat diet-fed pups as against non-obese control pups that were on standard diet. Bupivacaine produced more pronounced apoptotic effects on P14 pups; ropivacaine however produced long lasting effects as evidenced in motor function tests at P30. Conclusion: Ropivacaine and bupivacaine induced spinal toxicity that was more pronounced in over-fed rat pups as against normal controls.


Resumo Objetivos: O aumento da prevalência da obesidade é um problema sério de saúde e econômico. A obesidade tem sido relatada como um dos principais contribuintes para uma variedade de doenças crônicas. A obesidade infantil tem aumentado nas últimas décadas e levado a complicações de saúde. Milhões de bebês e crianças são submetidos a cirurgia todos os anos por diversos motivos de saúde. O presente estudo foi feito para avaliar o efeito da raquianestesia com doses equipotentes de ropivacaína e bupivacaína em ratos recém-nascidos com sobrepeso. Métodos: As crias de ratos Sprague-Dawley foram alimentadas em excesso com dieta rica em gordura para induzir obesidade. Avaliações comportamentais para bloqueio sensorial e motor foram feitas por meio da avaliação das latências de retirada térmicas e mecânicas em vários intervalos de tempo após injeções por via intratecal de bupivacaína (5,0 mg·kg-1) e ropivacaína (7,5 mg·kg-1) em ratos P14. Tecido medular foi analisado para apoptose por determinação da caspase-3 ativada, com o uso de anticorpo monoclonal anti-caspase 3 ativada e ecoloração com Fluoro-Jade C. A função da coluna vertebral em longo prazo em filhotes de ratos P30 foi avaliada. Resultados: A exposição à anestesia intratecal em P14 aumentou as latências térmicas e mecânicas e observamos aumento da apoptose, como apresentado pelo aumento da caspase-3 ativada e células positivas para Fluro-Jade C. Alterações significativas da função da coluna vertebral foram observadas em filhotes alimentados com dieta rica em gordura versus filhotes controles não obesos em dieta padrão. Bupivacaína produziu efeitos apoptóticos mais pronunciados sobre os filhotes P14; ropivacaína, entretanto, produziu efeitos duradouros, como evidenciado nos testes de função motora em P30. Conclusão: Ropivacaína e bupivacaína induziram toxicidade medular mais pronunciada nos filhotes de ratos sobrealimentados do que nos controles normais.


Subject(s)
Animals , Male , Female , Rats , Bupivacaine/administration & dosage , Amides/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Obesity/complications , Time Factors , Injections, Spinal , Bupivacaine/toxicity , Rats, Sprague-Dawley , Apoptosis/drug effects , Disease Models, Animal , Overweight/complications , Caspase 3/metabolism , Diet, High-Fat , Ropivacaine , Amides/toxicity , Anesthesia, Spinal/adverse effects , Anesthesia, Spinal/methods , Anesthetics, Local/toxicity , Animals, Newborn
16.
Rev. bras. anestesiol ; 67(1): 85-88, Jan.-Feb. 2017. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-843359

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: Congenital unilateral absence of a pulmonary artery (UAPA) is a rare anomaly. Although there are several reports regarding pregnancy in patients with unilateral absence of a pulmonary artery, there are no case reports describing anesthesia for Cesarean section in a patient with unilateral absence of a pulmonary artery. Case report: We present a patient with unilateral absence of a pulmonary artery who underwent Cesarean sections twice at the ages of 24 and 26 years under spinal anesthesia for surgery and epidural analgesia for postoperative pain relief. Both times, spinal anesthesia and epidural analgesia enabled successful anesthesia management without the development of either pulmonary hypertension or right heart failure. Conclusion: Spinal anesthesia combined with epidural analgesia is a useful anesthetic method for a Cesarean section in patients with unilateral absence of a pulmonary artery.


Resumo Justificativa e objetivos: A ausência congênita unilateral de uma artéria pulmonar (ACAP) é uma anomalia rara. Embora existam vários relatos sobre pacientes grávidas com ACAP, não há relatos de casos que descrevam anestesia para cesariana em pacientes com ACAP. Relato de caso: Apresentamos uma paciente com ACAP que foi submetida a duas cesarianas, aos 24 e 26 anos, sob raquianestesia para a cirurgia e analgesia epidural para a dor no pós-operatório. Nas duas cesarianas, a raquianestesia e a analgesia epidural possibilitaram o manejo bem-sucedido da anestesia, sem a ocorrência de qualquer hipertensão pulmonar ou insuficiência cardíaca direita. Conclusão: Raquianestesia combinada com analgesia epidural é um método anestésico útil para cesarianas em pacientes com ACAP.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Young Adult , Pulmonary Artery/abnormalities , Cesarean Section/methods , Pain, Postoperative/prevention & control , Pregnancy Complications, Cardiovascular , Infusions, Intravenous , Midazolam/administration & dosage , Bupivacaine/administration & dosage , Analgesia, Epidural/methods , Cesarean Section, Repeat/methods , Ropivacaine , Amides , Hypnotics and Sedatives , Anesthesia, Epidural , Anesthesia, Obstetrical/methods , Anesthesia, Spinal/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage
17.
Rev. bras. anestesiol ; 66(6): 603-612, Nov.-Dec. 2016. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-829719

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: To evaluate the thermographic predictive value of local anesthetic poisoning in rats that indicates the early recognition of thermal signs of intoxication and enable the immediate start of advanced life support. Methods: Wistar rats underwent intraperitoneal injection of saline and ropivacaine; they were allocated into pairs, and experiments performed at baseline and experimental times. For thermography, central and peripheral compartment were analyzed, checking the maximum and average differences of temperatures between groups. Thermographic and clinical observations were performed for each experiment, and the times in which the signs of intoxication occurred were recorded. In the thermal analysis, the thermograms corresponding to the times of interest were sought and relevant data sheets extracted for statistical analysis. Results: Basal and experimental: the display of the thermal images at times was possible. It was possible to calculate the heat transfer rate in all cases. At baseline it was possible to see the physiology of microcirculation, characterized by thermal distribution in the craniocaudal direction. It was possible to visualize the pathophysiological changes or thermal dysautonomias caused by intoxication before clinical signs occur, characterized by areas of hyper-radiation, translating autonomic nervous system pathophysiological disorders. In animals poisoned by ropivacaine, there was no statistically significant difference in heat transfer rate at the experimental time. Conclusions: The maximum temperature, medium temperature, and heat transfer rate were different from the statistical point of view between groups at the experimental time, thus confirming the systemic thermographic predictive value.


Resumo Justificativa e objetivos: Estudar o valor preditivo termográfico na intoxicação por anestésico local em ratos que efetue o reconhecimento precoce dos sinais térmicos de intoxicação e possibilite o início imediato do suporte avançado de vida. Método: Ratos Wistar foram submetidos à injeção intraperitoneal de soro fisiológico e ropivacaína, alocados aos pares, e foram feitos experimentos em tempos basal e experimental. Para o estudo termodinâmico foram analisados o compartimento central e o periférico, verificaram-se as diferenças das temperaturas máximas e médias entre os grupos. Foram feitas observações clínicas e termográficas para cada experimento e anotados os tempos em que os sinais de intoxicação ocorriam. Foram buscados na análise termográfica os termogramas correspondentes aos tempos de interesse e extraídas as planilhas de dados correspondentes, para análise estatística. Resultados: Foi possível a visibilização das imagens térmicas nos momentos basal e experimental. Foi possível calcular a taxa de transferência de calor em todos os casos. No momento basal foi possível observar a fisiologia da microcirculação, caracterizada por distribuição térmica no sentido craniocaudal. Foi possível visibilizar as alterações fisiopatológicas ou disautonomias térmicas causadas pela intoxicação antes que os sinais clínicos ocorressem, caracterizadas por áreas de hiperradiação e traduziram perturbações fisiopatológicas do Sistema Nervoso Autônomo. Nos animais intoxicados por ropivacaína houve diferença estatisticamente significativa na taxa de transferência de calor no momento experimental. Conclusões: Constatou-se que a temperatura máxima, a temperatura média e a taxa de transferência de calor foram diferentes do ponto de vista estatístico entre os grupos no momento experimental, o que corrobora o valor preditivo termográfico sistêmico.


Subject(s)
Animals , Male , Rats , Poisoning/diagnostic imaging , Anesthetics, Local/poisoning , Thermography , Rats, Wistar , Ropivacaine , Amides/poisoning , Infrared Rays
18.
Rev. bras. anestesiol ; 66(6): 594-602, Nov.-Dec. 2016. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-829706

ABSTRACT

Abstract Background: Local anesthetics (LAs) are generally considered as safe, but cytotoxicity has been reported for several local anesthetics used in humans, which is not well investigated. In the present study, the cytotoxicity of lidocaine, ropivacaine and the combination of lidocaine and ropivacaine were evaluated on human melanoma cell lines. Melphalan, a nitrogen mustard alkylating agent, was used as a control agent for comparison of cytotoxic activity. Methods: Melanoma cell lines, A375 and Hs294T, were exposed to 1 h to different concentrations of above agents. Cell-viability after exposure was determined by flow cytometry. Results: Investigated LAs showed detrimental cytotoxicity on studied melanoma cell lines in time- (p < 0.001), concentration- (p < 0.001), and agent dependant. In both A375 and Hs294T cell lines, minimum cell viability rates were found after 72 h of exposure to these agents. Lidocaine 2% caused a reduction of vital cells to 10% ± 2% and 14% ± 2% in A375 and Hs294T, respectively after 72 h of exposure. Ropivacaine 0.75% after 72 h reduced viable cells to 15% ± 3% and 25% ± 3% in A375 and Hs294T, respectively. Minimum cell viability after 72 h exposure to the combination was 10% ± 2% and 18% ± 2% in A375 and Hs294T, respectively. Minimum cell viability after 72 h exposure to melphalan was 8% ± 1% and 12% ± 2%, in A375 and Hs294T, respectively. Conclusion: LAs have cytotoxic activity on human melanoma cell lines in a time-, concentration- and agent-dependant manner. Apoptosis in the cell lines was mediated through activity of caspases-3 and caspases-8.


Resumo Justificativa: Os anestésicos locais (ALs) são geralmente considerados como seguros, mas citotoxicidade foi relatada em vários anestésicos locais usados em seres humanos, a qual não é bem investigada. No presente estudo, a citotoxicidade de lidocaína e ropivacaína e da combinação de lidocaína e ropivacaína foi avaliada em linhagens celulares de melanoma humano. Melfalano, um agente alquilante de mostarda nitrogenada, foi usado como um agente de controle para a comparação da atividade citotóxica. Métodos: Linhagens celulares de melanoma, A375 e Hs294T foram expostas por uma hora a concentrações diferentes dos agentes mencionados acima. A viabilidade celular após a exposição foi determinada por citometria de fluxo. Resultados: Os ALs investigados mostraram citotoxicidade prejudicial nas linhagens celulares de melanoma estudadas dependente do tempo (p < 0,001), da concentração (p < 0,001) e do agente. Em ambas as linhagens de células A375 e Hs294T, níveis mínimos de viabilidade celular foram encontrados após 72 horas de exposição a esses agentes. Lidocaína a 2% provocou uma redução das células vitais para 10% ± 2% e 14% ± 2% em A375 e Hs294T, respectivamente, após 72 horas de exposição. Ropivacaína a 0,75% após 72 horas reduziu as células viáveis para 15% ± 3% e 25% ± 3%, em A375 e Hs294T, respectivamente. A viabilidade celular mínima após exposição de 72 horas para a combinação foi de 10% ± 2% e 18% ± 2% em A375 e Hs294T, respectivamente. A viabilidade celular mínima após exposição de 72 horas ao melfalano foi de 8% ± 1% e 12 ± 2, em A375 e Hs294T, respectivamente. Conclusão: Os ALs têm atividade citotóxica em linhagens de celulares de melanoma humano de modo dependente do tempo, da concentração e do agente. A apoptose nas linhagens celulares foi mediada por meio da atividade das caspases-3 e caspases-8.


Subject(s)
Humans , Cell Survival/drug effects , Amides/toxicity , Anesthetics, Local/toxicity , Lidocaine/toxicity , Apoptosis/drug effects , Caspases/metabolism , Cell Line, Tumor , Dose-Response Relationship, Drug , Flow Cytometry , Ropivacaine
20.
Rev. bras. anestesiol ; 66(4): 341-345, tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-787625

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: A high sodium concentration is known to antagonize local anesthetics when infiltrated around neural tissue. Thus, we hypothesized that the onset time for sensory and motor blockade, in supraclavicular brachial plexus block using ropivacaine diluted with dextrose would be shorter than with saline. Methods: Patients scheduled for upper limb surgery were randomized to receive ultrasound guided supraclavicular brachial plexus block with 0.5% ropivacaine. Evaluation of sensory and motor blockade was performed every 5 min for 60 min. Patients were followed-up on postoperative day 1, and between days 7 and 10 for the presence of any complications. Twenty-five patients in each group were analyzed. Results: Mean time for onset of analgesia for the dextrose group was 37.6 ± 12.9 min while the mean time for the saline group was 45.2 ± 13.9 min with a p-value of 0.05. The effect size was 0.567, which was moderate to large. No major complications were observed. Conclusion: We conclude that there was a decrease in onset time of analgesia when dextrose was used as a diluent instead of saline for ultrasound guided supraclavicular block.


Resumo Justificativa e objetivos: A alta concentração de sódio é conhecida por antagonizar anestésicos locais quando infiltrado em torno de tecido neural. Portanto, a nossa hipótese foi a de que o tempo de início para os bloqueios sensorial e motor, em bloqueio do plexo braquial supraclavicular com ropivacaína diluída com dextrose, seria menor do que com solução salina. Métodos: Os pacientes agendados para cirurgia em membro superior foram randomizados para receber bloqueio do plexo braquial supraclavicular com ropivacaína a 0,5%g guiado por ultrassom. A avaliação dos bloqueios sensorial e motor foi feita a cada cinco minutos durante 60 minutos. Os pacientes foram acompanhados no pós-operatório no primeiro dia e entre os dias 7-10 para presença de qualquer complicação. Foram analisados 25 pacientes em cada grupo. Resultados: A média do tempo para o início da analgesia no grupo dextrose foi de 37,6 ± 12,9 minutos, enquanto que no grupo solução salina foi de 45,2 ± 13,9 minutos, com um valor-p de 0,05. O tamanho do efeito foi 0,567, o que foi de moderado a grande. Complicações maiores não foram observadas. Conclusão: Concluímos que houve uma redução do tempo de início da analgesia quando dextrose em vez de solução salina foi usada como diluente para bloqueio supraclavicular guiado por ultrassom.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Brachial Plexus Block/methods , Amides/therapeutic use , Glucose/administration & dosage , Anesthetics, Local/therapeutic use , Time Factors , Sodium Chloride/administration & dosage , Single-Blind Method , Follow-Up Studies , Ropivacaine , Middle Aged
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